Xinjiang

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Xinjiang
新疆维吾尔自治区 - Xīnjiāng
Xinjiang in China (de-facto).svg
Abreviatura
CapitalUrumqi
Área1 664 897.17[1] km²
População (2010)21 813 334 hab.
Densidade13 hab/km²
Províncias da China Flag of the People's Republic of China.svg

Sinkiang,[nota 1] Sinquião[nota 2] ou Xinjiang (em chinês: 新疆, pinyin: Xīnjiāng; Wade-Giles: Hsin¹-chiang¹; em uigur شىنجاڭ, transl. Shinjang; nome completo: Xinjiang-Uigur ou Sinkiang-Uigur), oficialmente Região Autônoma Uigur do Xinjiang (chinês: 新疆维吾尔自治区, Xīnjiāng Wéiwú'ěr Zìzhìqū; uigur: شىنجاڭ ئۇيغۇر ئاپتونوم رايونى, Shinjang Uyghur Aptonom Rayoni) é uma região autônoma da República Popular da China (RPC). O Xinjiang limita-se ao sul com a região autônoma do Tibete e a sudeste com as províncias de Qinghai e de Gansu. Limita-se também com a Mongólia a leste, com a Rússia ao norte e com o Cazaquistão, o Quirguistão, o Tajiquistão, o Afeganistão e as partes da Caxemira controladas pelo Paquistão e pela Índia a oeste. Xinjiang inclui a maior parte de Aksai Chin, uma região reivindicada pela Índia como a parte de seu estado de Jammu e Caxemira.

Xinjiang significa literalmente "a fronteira nova", um nome dado durante a dinastia Qing da China manchu. O nome é considerado ofensivo por muitos defensores da independência, que preferem usar nomes históricos ou étnicos tais como Turquestão chinês, Turquestão Oriental ou Uiguristão. Devido à associação destes nomes com o movimento de independência do Turquestão Oriental, tais denominações são consideradas pelo governo chinês e pelos residentes locais como relacionadas com o terrorismo islâmico pan-túrquico.

História

Bandeira do Movimento para a Independência do Turquestão Oriental, proibida no país pelo Governo da RPC.

Atravessado pela Rota da Seda, Xinjiang é o nome chinês para as regiões de Tarim e de Jungar do que é hoje o noroeste da China. No começo da dinastia de Han (206 a.C. - 220), a região era submetida aos Xiongnu, poderoso povo nômade baseado na Mongólia moderna. No século II a.C. , a dinastia Han enviou Zhang Qian como representante aos estados na região, começando diversas décadas de disputa com os Xiongnu pelo domínio da região, terminando eventualmente no sucesso chinês. Em 60 A.C. a disnastia Han estabeleceu o protetorado da Região Leste em Wulei (perto de Luntai moderno), controlando depois a região inteira na direção oeste até o Pamir.

Durante a usurpação de Wang Mang na China, os estados dependentes do protetorado retornaram ao domínio de Xiongnu. Durante o século seguinte, a dinastia Han conduziu diversas expedições na região, reestabelecendo o protetorado nos anos de 73 a 74, 91 a 107, e de 123 para a frente. Depois da queda da dinastia de Han (220), o protetorado continuou a ser mantido pela dinastia de Wei (até 265) e pelo dinastia ocidental de Jin (de 265 avante).

A primeira luta separatista registrada ocorreu em 1865.

Bandeira do Turquestão Oriental, onde houve breve tentativa na independência das terras ao redor de Kashgar

Por ocasião da Intervenção Soviética ao Afeganistão, nos anos de 1980, a China enviou combatentes uigures para apoiar os talibãs. Ao retornar à província, eles adeririam ao separatismo uigur.

Nos anos de 1990, os separatistas passaram a recorrer ao terrorismo.

A partir dos Ataques de 11 de setembro de 2001, Pequim optou por enquadrá-los na guerra ao terror. Houve grande endurecimento. A China apoiou a política de intervenção no Afeganistão.

Os Estados Unidos resistem à proposta chinesa: não igualam os uigures aos talibãs; não apoiam soluções militares para o caso uigur; e afirmam que não há células da Al-qaeda na província. Washington insinua que há oportunismo no engajamento chinês. Pequim, ao contrário, avalia a hesitação americana em cooperar como prova de padrões duplos. O governo americano inclusive financia os separatistas.[2][3] O EIIL também declarou apoio ao separatistas.[4]

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