Windows 10

Windows 10
Versão do sistema operativo Windows
Logótipo
Captura de tela
Imagem da versão inicial (versão 1607), exibindo o Menu Iniciar e a Central de Ações
ProduçãoMicrosoft
ModeloCódigo fechado
Lançamento29 de julho de 2015; há 3 anos
Versão estável1803 (10.0.17134) 30 de abril de 2018; há 0 dia
Versão em testeRS5 (10.0.17672) 16 de maio de 2018; há 0 dia
Método de atualizaçãoWindows Update, Windows Store, Windows Server Update Services
Arquitetura(s)x86, x64
NúcleoHíbrido (Windows NT)
InterfaceFluent Design
LicençaSoftware proprietário comercial, Microsoft Software Assurance, Assinatura MSDN, Microsoft Imagine
Página oficialPágina oficial
Estado de desenvolvimento
  • Suporte base encerrando em 13 de outubro de 2020
  • Suporte estendido encerrando em 14 de outubro de 2025[1]
Cronologia

Windows 10 é um sistema operacional da Microsoft, e atualmente a principal versão do Windows. Sua primeira versão de testes pública foi lançada a 1 de outubro de 2014 e apresentou uma série de mudanças em relação ao seu predecessor, o Windows 8.1. Entre elas, estão a volta do menu Iniciar, múltiplos ambientes de trabalho, novo navegador (Microsoft Edge), aplicativos renovados (Foto, Vídeo, Música, Loja, Outlook, Office Mobile e até o Prompt de Comando) e da união das múltiplas plataformas (inclusive o app Xbox).[2] Além das mudanças, a Microsoft anunciou que disponibilizará a nova versão do Windows tanto para quem utiliza o original tanto para quem utiliza o pirata. Porém, os utilizadores com o sistema pirata não terão direito a suporte da marca.[3] Este sistema operacional é o NT 10.0, saltando do 6.3 do Windows 8.1.[4]

O Windows 10 recebeu, em grande parte, análises positivas, desde sua data original de lançamento em 29 de julho de 2015; os críticos elogiaram a posição da Microsoft diante das críticas (especialmente dos usuários comuns) e sua decisão de eliminar algumas das mecânicas introduzidas no Windows 8, bem como a adição de um ambiente mais direcionado ao uso em computadores desktop, muito igualmente as versões anteriores do Windows, não obstante que a interface de touch do Windows 10 foi criticada por possuir diversas regressões em comparação à interface touch do Windows 8. Os críticos também elogiaram os melhoramentos do software integrado com o Windows 10 em comparação ao 8.1, a adição da integração com o Xbox Live, bem como as funcionalidades e capacidades do assistente pessoal do Cortana, e a substituição do Internet Explorer pelo Edge - apesar de que o navegador foi também criticado por ser incluso ainda em desenvolvimento.

O Windows 10 também foi criticado por limitar os usuários o quanto eles podem ter controle de suas operações; em particular, o Windows Update realiza a instalação de atualizações automaticamente, não permite mais que os usuários façam uma seleção manual do que deve ser instalado, e apenas as edições Pro do Windows 10 podem atrasar as atualizações automáticas. O consenso de privacidade do sistema, também foi assinalada por críticos e advogados, apontando que as configurações padrões do sistema e outras peculiaridades requisitam do envio de informações do usuário para a Microsoft e seus afiliados. A Microsoft também recebeu críticas pela forma como fez a distribuição do Windows 10 - que foi a inclusão automática dos arquivos de instalação sem demonstrar ao usuário pop-ups relativos ao upgrade. Os críticos caracterizaram o lançamento do Windows 10 como tendo sido levado às pressas, citando o estado incompleto de alguns dos softwares inclusos com o sistema (como é o caso do Microsoft Edge aludido acima), bem como a instabilidade do sistema operacional em si após seu lançamento.[5]

Em 1º de fevereiro de 2018, o Windows 10 passou o posto de sistema mais usado no mundo com 42,78 dos usuários posto que antes era do Windows 7 que possui 41,86% de preferência usuários.[6]

Desenvolvimento

Em dezembro de 2013, Mary Jo Foley informou que a Microsoft estava a trabalhar em uma atualização para o Windows 8 de codinome Threshold em homenagem a um planeta da franquia da Microsoft, Halo.[7] Similarmente ao "Blue" (que resultou no Windows 8.1),[8] o Threshold não se destinava a ser puramente uma atualização para o Windows, mas uma coordenação "onda" de atualizações através de múltiplas plataformas e serviços da Microsoft, programadas para a "primavera (nos Estados Unidos) de 2015." Foley relatou que entre as metas para o Threshold era criar uma plataforma unificada de aplicativos e ferramentas de desenvolvimentos para o Windows, Windows Phone e Xbox One (que todos usam um kernel semelhando ao Windows NT).[7][9] Foi especulado que o Threshold seria rotulado de "Windows 9" em seu lançamento público.[10][11]

Em abril de 2014, na Build Conferência, da Microsoft, Terry Myerson revelou que uma versão atualizada do Windows adicionou a capacidade de executar as aplicações da Windows Store dentro do ambiente de trabalho do Windows e um menu Iniciar mais tradicional no lugar do Ecrã Iniciar visto no Windows 8. O novo menu Iniciar introduz depois o design do Windows 7 usando somente uma parte do ecrã e incluí uma lista de aplicações no estilo do Windows 7 na primeira coluna. A segunda coluna exibe as tiles das aplicações do estilo do Windows 8. Myerson afirmou que essas alterações ocorreriam em uma atualização futura, mas não entrou em mais detalhes.[12][13] A Microsoft também apresentou o conceito de "app universal do Windows", permitindo que as aplicações do Windows Runtime possam ser portados para o Windows Phone 8.1 e Xbox One ao compartilhar uma base de código comum, permitindo que os dados do utilizador e licenças de uma aplicação possam ser compartilhados entre várias plataformas.[12][14]

Em julho de 2014, o novo diretor executivo da Microsoft, Satya Nadella, explicou que a empresa estava a planejar "aerodinamizar a próxima versão do Windows em três sistemas operativos em um único, convergindo o sistema operativo para ecrãs de todos os tamanhos," unificando o Windows, Windows Phone e o Windows Embedded em torno de uma arquitetura comum e unificando a aplicação como um ecossistema. No entanto, Nadella afirmou que essas mudanças internas não teriam qualquer efeito sobre a forma como os sistemas operativos seriam comercializados e vendidos.[15][16] Capturas de ecrã de uma compilação do Windows que pretendia ser a Threshold foram divulgadas em julho de 2014, revelando o previamente apresentado menu Iniciar e as aplicações em janelas[9] seguido por mais capturas de ecrãs de uma compilação do Windows mostrando um novo sistema de ambiente de trabalho virtual, um centro de notificação, novos ícones de sistema e mais planos inspirados na linguagem de design Metro, substituindo aqueles primeiros introduzidos no Windows Vista.[17]

O Threshold foi oficialmente apresentado durante um evento de mídia em 30 de setembro de 2014 sob o nome de Windows 10; Myerson agenciou que o Windows 10 seria a Microsoft de "mais completa plataforma existente", fornecendo uma plataforma unificada para computadores pessoais, laptops, tablets, smartphones e dispositivos all-in-one.[11][18][19] Ele enfatizou que o Windows 10 iria dar passos para restaurar a mecânica da interface de usuário do Windows 7, a fim de melhorar a experiência dos usuários em dispositivos sem toque, observando críticas a interface de toque orientada do Windows 8 por utilizadores de teclado e mouse, e vice-versa.[20][21] Apesar dessas concessões, Myerson notou que a interface orientada para o toque seria "evoluída", bem no dia 10.[22] Ao descrever as alterações, Joe Belfiore comparou os dois sistemas operacionais a carros elétricos, comparando o Windows 7 a uma primeira geração do Toyota Prius híbrido e o Windows 10 a um totalmente elétrico, Tesla—considerando o último ser uma extensão da tecnologia introduzida pela primeira vez no primeiro.[23]

No que diz respeito à nomeação do sistema operacional, Myerson se recusou a explicar por que a Microsoft saltou diretamente para o Windows 10 do 8 em vez da numeração 9, apenas afirmando que "com base no produto que está por vir e quão diferente nossa abordagem será global, não seria certo". Ele também brincou dizendo que não poderia chamá-lo de "Windows One" (alusão a vários produtos recentes da Microsoft com marca semelhante, como o Xbox One e o OneDrive) porque já tinha feito um Windows 1.[11]

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