Universidade Hebraica de Jerusalém

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Universidade Hebraica de Jerusalém
האוניברסיטה העברית בירושלים, الجامعة العبرية في القدس
Fundação1918
Tipo de instituiçãouniversidade
LocalizaçãoJerusalém
Israel
31° 46' 33" N 35° 12' E
CampusJerusalém
Website oficial

A Universidade Hebraica de Jerusalém (האוניברסיטה העברית בירושלים, abreviado Huji ou Uhji) é uma das 7 universidades de Israel. Tem atualmente cerca de 23.000 estudantes.

A universidade hebraica é considerada a melhor de Israel e está entre as 100 melhores universidades do mundo. Em um levantamento 2009, feito pela Shanghai Jiao Tong University, o ranking ARWU, a universidade hebraica foi classificada na posição 64ª no mundo (e 4ª na região da Ásia e do Oceano Pacífico)[1]. Neste levantamento constam também os departamentos de física[2], química[3], ciência da computação[4], matemática[5] e economia[6] da universidade hebraica entre os 100 melhores do mundo.

Cinco de seus ex-alunos foram galardoados com prémios Nobel (1 em Física, 3 em Química e 1 em Economia).

História

Um dos sonhos do movimento sionista é o do estabelecimento de uma universidade hebraica na terra de Israel. A proposta de uma tal Universidade foi feita em 1884 na conferência de Kattowitz.

Poucas décadas mais tarde, esta ideia vai conhecer o apoio de Albert Einstein, que inclusivamente legou em seu testamento todas as suas propriedades e escritas para esta Universidade.

Os fundamentos da Universidade foram estabelecidos em 1918, e sete anos mais tarde, a 1 de Abril de 1925, o campus da Universidade no Monte Scopus em Jerusalém foi aberto numa cerimónia de gala. Presentes, entre outros, o presidente do conselho diretivo, Chaim Weizmann, distintas figuras académicas e políticas e dignitários britânicos, incluindo o Lord Arthur James Balfour, o Visconde Allenby e Sir Herbert Samuel.

O primeiro reitor foi o Dr. Judah Magnes.

Em 1947, a Universidade tinha tornado-se já uma grande instituição de ensino e pesquisa, com faculdades de humanidades, ciências, medicina, educação e agricultura (esta última num campus em Rehovot). Continha já a biblioteca nacional judaica (que mais tarde se tornaria a Biblioteca Nacional de Israel), uma editora da Universidade; um centro de educação de seniores.

Durante a Guerra árabe-israelense de 1948, os Árabes repetidamente atacaram a Universidade, localizada na zona a nordeste de Jerusalém, e escoltas que se moviam entre a zona de Jerusalém controlada por Israel e a Universidade.

Após o massacre à escolta médica de Hadassah em 1948, o campus do Monte Scopus foi separado da parte judaica de Jerusalém. Quando o governo jordaniano repudiou os acordos do armistício de 1949 e recusou o acesso israelita ao campus do Monte Scopus, a Universidade foi forçada a mudar para o novo campus em Givat Ram no oeste de Jerusalém, o qual ficou pronto em 1953.

No início de 1967, o número de estudantes atingia os 12.500.

Após a reunificação de Jerusalém, na Guerra dos seis dias de Junho de 1967, a Universidade pode regressar ao campus original Monte Scopus, que necessitava de ser reconstruído. Em 1981, as obras de reconstrução estavam prontas e o Monte Scopus voltou a ser o campus principal da Universidade.

En otros idiomas
беларуская (тарашкевіца)‎: Габрэйскі ўнівэрсытэт у Ерусаліме
srpskohrvatski / српскохрватски: Hebrejski univerzitet u Jeruzalemu