Surfer Rosa

Surfer Rosa
Álbum de estúdio de Pixies
Lançamento21 de março de 1988 (1988-03-21)
GravaçãoDezembro de 1987 na Q-Division em Boston, Massachusetts[1]
Gênero(s)Rock alternativo
Duração32:50
Gravadora(s)4AD (R.U.)
Rough Trade (E.U.A.)
Elektra (E.U.A., 1992)
ProduçãoSteve Albini
Opiniões da crítica

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Cronologia de Pixies
Come on Pilgrim
(1987)
Doolittle
(1989)

Surfer Rosa é o álbum de estreia da banda de rock alternativo norte-americana Pixies, lançado em Março de 1988 pela gravadora independente 4AD.[2] O álbum distingue-se pelas referências pouco habituais a temas como mutilação ou voyeurismo, pela produção lo-fi, e pelo som único da bateria, que deve muito ao engenheiro de som Steve Albini. Este álbum continua muitos dos temas abordados no anterior trabalho dos Pixies, incluindo letras em espanhol, e referências a Porto Rico.

Por causa do estatuto independente da 4AD, a distribuição nos Estados Unidos foi feita pela Rough Trade Records. Surfer Rosa falhou os tops no Reino Unido (RU), e "Gigantic" foi o único single a ser retirado do álbum. Embora só tenha atingido o 93º posto no top de Singles do RU, Surfer Rosa foi re-editado nos EUA pela Elektra Records em 1992. Apesar do pouco sucesso nos tops, Surfer Rosa foi certificado com Ouro em 2005 pela Recording Industry Association of America.

Embora não tenha tido sucesso comercial, Surfer Rosa é frequentemente citado como um dos favoritos da crítica musical, e é habitualmente colocado em listas profissionais de melhores álbuns rock de todos os tempos. Muitos artistas de rock alternativo, incluindo Billy Corgan e PJ Harvey, citaram o álbum como fonte de inspiração. Kurt Cobain, do Nirvana, admitiu em diversas ocasiões que o Surfer Rosa constituiu uma importante inspiração para o Nevermind, e em 1993 contratou Albini para a gravação do In Utero.

Antecedentes

Antes do lançamento do EP de estreia dos Pixies Come on Pilgrim em Outubro de 1987, Ivo Watts-Russell, patrão da 4AD, sugeriu que o grupo regressasse ao estúdio para um álbum de longa duração. O plano original seria gravar o novo material nos estúdios da Fort Apache, onde a banda produziu The Purple Tape e Come on Pilgrim. Contudo, Gary Smith, produtor das duas anteriores gravações, exigiu o pagamento de prémios resultantes de futuros álbuns dos Pixies que fossem gravados nos Estúdios da Fort Apache. A razão para tal era que ele tinha pago as sessões de gravação da banda sozinho e não tinha recebido dinheiro com Come on Pilgrim. Os Pixies não concordaram com as suas exigências, e começaram a procurar um novo produtor e estúdio.[3]

A conselho de um colega da 4AD, Watts-Russell tentou contratar Steve Albini, líder dos Big Black, como engenheiro e produtor de gravação. Após ter enviado uma cassete de Come on Pilgrim a Albini, o manager dos Pixies, Ken Goes, convidou-o para um encontro em casa do baterista Dave Lovering poucas semanas após o lançamento do Come on Pilgrim. Aí, discutiram o som da próxima gravação e como esta seria feita. De acordo com Albini, "[a banda e eu] fomos para o estúdio logo no dia seguinte."[3] Paul Kolderie, que tinha trabalhado nos estúdios da Fort Apache Studios com Smith, recomendou o estúdio de Boston Q Division a Albini.[4] Este facto criou tensão entre Smith e Kolderie, e este mais tarde afirmou que "o Gary quase me matou por causa da sugestão, ele pensou que eu estava a tentar ficar com o projecto."[5]

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