Sexualidade infantil

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Sexualidade infantil refere-se ao sentimento, comportamento e desenvolvimento sexual das crianças.

Teorias sobre o desenvolvimento sexual podem ser largamente divididas em duas correntes: aquelas que tendem a dar ênfase à biologia inata (que pode ser incentivada ou inibida durante a infância) e aquelas que tendem a enfatizar a sexualidade como uma construção social (onde a sexualidade da criança será fortemente influenciada pela sociedade como um todo).[1]

Pesquisa

Primeiras pesquisas

As duas personalidades mais famosas na investigação da sexualidade infantil provavelmente são Sigmund Freud (1856-1939) e Alfred Kinsey (1894-1956).

O trabalho de Freud, em 1905, Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade delineou uma teoria da desenvolvimento psicossexual com cinco fases distintas: o estágio oral (0 - 1,5 anos) onde sua principal região de prazer é a boca; o estágio anal (1,5 - 3,5 anos) quando região de prazer se desloca para o ânus; o estágio fálico (3,5 - 6 anos) quando dá-se então conta da diferença de sexos, tendendo a fixar a sua atenção libidinosa nas pessoas do sexo oposto e culminou com a resolução do Complexo de Édipo nos meninos, já as meninas o complexo de Édipo nunca se desfaz, seguida de um período de latência da sexualidade (6 anos a puberdade) e o estágio da genitália ou adulto.

A tese básica de Freud era de que as crianças da sexualidade precoce é polimorfa e fortemente iniciativa a ter um desenvolvimento acentuado, e que as crianças precisa ajuizar ou sublimar estes para desenvolver um adulto saudável na sexualidade.

Alfred Kinsey, cujas duas principais obras são os seus estudos (1948 e 1953), utilizou recursos para fazer os primeiros inquéritos em larga escala de comportamento sexual. O trabalho deKinsey centrava-se em adultos, mas ele também estudou crianças e desenvolveu os primeiros relatórios estatísticos sobre a masturbação na infância. Tem sido acusado que parte dos dados que ele coletou não se poderiam obter sem observação ou participação em abuso sexual de crianças ou colaborações com pedófilos.[2]

O pesquisador sueco IngBeth Larsson, assinala que «É bastante comum as referências continuarem a citar Alfred Kinsey», devido à escassez de estudos posteriores do comportamento sexual de crianças.[1]

Metodologia corrente de estudo

O conhecimento empírico sobre o comportamento sexual infantil geralmente não é recolhido por entrevistas diretas a criança, (em parte devido a considerações éticas),[1] mas sim por:

  • observação de crianças que estejam sendo tratadas por terem problemas de comportamento, como o uso da força nas brincadeira de cunho sexual,[3] muitas vezes utilizando bonecos tenham representação da genitália.[4]
  • recordações de adultos.[5]
  • observação dos responsáveis.[6]