Sexologia

Sexologia é a área do conhecimento que trata do comportamento sexual. É um fenômeno recente, com a atual abordagem datando do final do século XIX. Trata-se de uma área de atuação interdisciplinar, que abrange:

  • Algumas áreas da medicina: andrologia, ginecologia, anatomia, psiquiatria (especialmente parafilias, assim como desordens que levam a inadequações), e a epidemiologia das doenças sexualmente transmissíveis ( DSTs);
  • Estudos do comportamento sexual pela psicologia ;
  • Estudos do comportamento sexual pela sociologia do comportamento sexual;
  • Estudos do comportamento sexual pela antropologia do comportamento sexual;
  • Estudos do comportamento sexual pela neurociências (o estudo da base da resposta sexual e a complexidade do comportamento sexual);

A sexologia também toca questões mais amplas, como o conceito de saúde sexual, [1] aborto, saúde pública, controle de natalidade, abuso sexual, entre outros.

Da Revolução Sexual aos dias de hoje

Podemos atribuir a Freud a "descoberta da sexualidade": estudando queixas de suas pacientes histéricas, observou que a maioria delas apresentava evidentemente sua sexualidade comprometida. Aprofundando os estudos neste campo, um de seus discípulos dissidentes, Wilhelm Reich, conclui que a perturbação da genitalidade não seria apenas um sintoma (como apontava a linha freudiana), mas o sintoma definidor das neuroses. Dava grande importância à livre expressão dos sentimentos sexuais nos relacionamentos, propondo como meta da terapia das perturbações psicológicas a libertação dos bloqueios do corpo. [2] Posteriores leituras de Reich nos anos 1960 deram força ao movimento hippie.

Alfred Kinsey, considerado o pai da sexologia, contribuiu para as pesquisas sobre a sexualidade humana com um conjunto de estudos que ficou conhecido como o Relatório Kinsey, trazendo ao meio acadêmico a insuspeitada diversidade do comportamento sexual da típica família branca de classe média dos anos 1950 (92% dos seus homens e 62% das suas mulheres se masturbava; 37% dos homens e 13% das mulheres já tinham tido uma relação homossexual que lhes tinha proporcionado um orgasmo. [3]

Masters e Johnson publicaram, na década de 1970, inovadores trabalhos descrevendo a resposta sexual humana [4] e doenças próprias da sexualidade. [5] Com os estudos de Helen Kaplan e cols., da Universidade de Cornell (EUA), surge uma visão muito clara e objetiva de uma nova psicoterapia do sexo (livros: A Nova Terapia do Sexo e O Desejo Sexual [6]).

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