São Petersburgo

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São Petersburgo
Санкт-Петербург
Flag of Saint Petersburg Russia.svgBandeiraCoat of Arms of Saint Petersburg (2003).svg
Lema: Imortal, como a Rússia.
Бессмертен, как Россия.[1]
Padroeiro: São Pedro
Cognome(s): Peter, Petrogrado, A Cidade Boreal, Leningrado, Capital do Norte, Neva, SPb.
St. Petersburg Montage 2016.png
Do topo, em sentido horário: Fortaleza de São Pedro e São Paulo; Almirantado de São Petersburgo; O Cavaleiro de Bronze na Praça do Senado; Palácio de Inverno; rio Fontanka e Catedral de Santo Isaac.
DistritoDistrito Federal do Noroeste
GovernadorGeorgui Poltavtchenko
Área1439 km²
População (2010[2])4 879 566 habitantes
Altitude3 metros
Fuso horárioUTC+3
Fundação16 de Maio de 1703
Antigos nomesPetrogrado (1914-1924)
Leningrado (1924-1991)
Código telefônico+7 812
Websitewww.gov.spb.ru
Localização
30° 20' E
Cidade da Rússia Rússia

São Petersburgo (em russo: Санкт-Петербу́рг, tr. Sankt-Peterburg) é a segunda maior cidade da Rússia, politicamente incorporada como uma cidade autônoma (ou cidade federal). Ela está localizada ao longo do rio Neva, na entrada do Golfo da Finlândia, no Mar Báltico. Em 1914, o nome da cidade foi mudado para Petrogrado (em russo: Петроград) e, em 1924, para Leningrado (em russo: Ленинград). Em 1991, após o colapso da União Soviética, a cidade volta ter seu nome original. É frequentemente chamada apenas de Petersburgo e informalmente conhecida como Peter.

São Petersburgo foi fundada pelo czar Pedro, o Grande em 27 de maio de 1703.[3] Entre 1713-1728 e 1732-1918, São Petersburgo foi a capital do Império Russo. Em 1918, as instituições da administração central mudaram-se de São Petersburgo (então denominada Petrogrado) para Moscou.[4] Com 5 milhões de habitantes (2012) é a quarta subdivisão federal mais populosa do país. A cidade é um grande centro cultural europeu e também um importante porto russo no Báltico.

É frequentemente descrita como a metrópole mais ocidentalizada da Rússia, bem como a capital cultural do país.[5] É a cidade mais setentrional do mundo com população acima de 1 milhão de habitantes.[6] Seu centro histórico e monumentos constituem um Patrimônio Mundial pela UNESCO. São Petersburgo também é o lar do Hermitage, um dos maiores museus de arte do mundo.[7] Um grande número de consulados estrangeiros, corporações internacionais, bancos e outras empresas estão sediados na cidade.

História

Fundação e construção

Em 1611, exploradores suecos construíram Nyenskans, um forte às margens do rio Neva, na terra da Íngria, habitada por um grupo de fínicos. Uma pequena cidade chamada Nyen cresceria naquele local.

O czar Pedro I, o Grande era um grande interessado pela marinha, e aspirava pela construção de um novo porto para o Império Russo, já que a principal cidade portuária do país, Archangelsk, localizava-se no mar Branco, que era bloqueado para navegação durante os meses de inverno rigoroso. Em 12 de maio de 1703, durante a Grande Guerra do Norte, Pedro capturou a cidade de Nyenskans das mãos dos suecos. Em 27 de maio de 1703, próximo do estuário da ilha de Hare, o czar estabeleceu o Forte de Pedro e Paulo, que daria início à construção da cidade.[carece de fontes?]

A cidade seria então construída por camponeses de toda a Rússia, junto de alguns prisioneiros de guerra suecos, que também envolveram-se na construção, todos sob a supervisão de Alexandre Menchikov. Dezenas de milhares de servos morreram durante a construção da cidade, que mais tarde se tornaria o centro de uma nova província.

Capital imperial

O Cavaleiro de Bronze, estátua em homenagem ao czar Pedro, fundador e patrono de São Petersburgo.

Pedro então transferiu a capital de Moscou para uma São Petersburgo ainda não concluída no ano de 1712, nove anos antes do Tratado de Nystad que daria um fim à guerra. Ele referia-se a São Petersburgo como a capital desde 1704. Em seus primeiros anos, a cidade desenvolveu-se em torno da Praça da Trindade na margem oeste do Neva, próximo ao forte. No entanto, São Petersburgo logo começou a ser construída de acordo com o plano. Em 1716, Domenico Trezzini elaborou um projeto no qual o centro da cidade localizar-se-ia na Ilha de Vassiliev e seria moldada por uma cadeia retangular de canais. O projeto não foi completado, e o fracasso da ideia ainda é visível nos formatos das vias. Em 1716, Pedro apontaria Jean-Baptiste Alexandre Le Blond como o arquiteto-chefe da cidade.[carece de fontes?]

O estilo Barroco, desenvolvido por Trezzini e outros arquitetos são explícitos em construções como o Palácio de Menchikov, o Kunstkamera e a Catedral de Pedro e Paulo, que tornaram-se prédios proeminentes no início do século XVIII. Em 1724, a Academia de Ciências, a Universidade nacional e um Ginásio Acadêmico foram inaugurados na cidade pelo czar que a fundara. Em 1725, Pedro morreria, sete anos após o filho, deixando o trono ao seu neto Pedro II, que transferiu a capital novamente para Moscou, pressionado pela nobreza que se opunha aos ideais de modernizações característicos de Pedro I. Com a ascensão da czarina Ana, em 1732, São Petersburgo mais uma vez viria a se tornar a capital russa. Por mais 186 anos, a cidade permaneceria como o trono da família Romanov e a sede da corte do Império Russo, até a Revolução de 1917.[carece de fontes?]

Em 1736, a cidade sofreu de incêndios catastróficos. Para reestruturar os distritos mais danificados, um novo plano foi estabelecido em 1737, por um comitê sob o comando de Burkhard Christoph von Münnich. A cidade foi dividida em cinco distritos, enquanto o centro foi transferido para o bairro do Almirantado, situado na margem leste entre o Neva e o Fontanka. O centro então passou a prosperar por três vias radiais, que se encontravam no Almirantado e que dariam origem à célebre Avenida Névski. O estilo Barroco dominou a cidade pelos primeiros sessenta anos, sendo sucedido pelo estilo Naryshkin, representado pelo arquiteto Bartolomeo Rastrelli com o majestoso Palácio de Inverno. Na década de 1760, a arquitetura barroca foi substituída pelo neoclássico. O departamento de construção civil da cidade definiu que em 1762 que nenhuma estrutura deveria ser mais alta que o Palácio de Inverno, proibindo espaços entre construções. Durante o reinado de Catarina, a Grande, as margens do rio Neva foram definidas com granito. Todavia, apenas em 1850 foi aberta a primeira ponte permanente sobre o Neva, a Blagoveshchenski.

Vista do Almirantado de São Petersburgo no final do século XIX, época em que a cidade era a capital do Império Russo

Os principais nomes do neoclássico de São Petersburgo da época foram Jean-Baptiste Vallin de la Mothe, que construiu a Academia Imperial de Artes, o Gostiny Dvor, o Arco de Nova Holanda e a Igreja Católica de Santa Catarina; Antonio Rinaldi, arquiteto do Palácio de Mármore; Iuri Felten, representado pelo Hermitage e pela Igreja de Chesme, Giacomo Quarenghi, que arquitetou a Academia de Ciências, o teatro do Hermitage e o Palácio de Iussupov; Andrei Voronikhin, cujas obras incluem o Instituto de Mineração e a Catedral de Nossa Senhora de Kazan; Andrei Zakharov, arquiteto do prédio do Almirantado; Jean-François Thomas de Thomon, que projetou a Bolsa da Ilha de Vassiliev; Carlo Rossi, autor do Palácio de Ielagin, de Mikhailovski, do Teatro Alexandrino, dos prédios do Senado e do Sínodo e de várias ruas, praças e avenidas; Vassili Stasov, que construiu o Portão Triunfal de Moscou e a Catedral da Trindade e Auguste de Montferrand, arquiteto da Catedral de Santo Isaac e da Coluna de Alexandre. Em 1810, a primeira instituição de ensino superior de engenharia foi aberto em São Petersburgo pelo czar Alexandre I. A vitória sobre a Império Francês de Napoleão Bonaparte na Guerra Patriótica de 1812 foi celebrada com vários monumentos, incluindo a Coluna, de 1834 e o Portão Triunfal de Narva. Em 1825, a revolta contra Nicolau I ocorreria na Praça do Senado da cidade, um dia após ele ter assumido o trono.[carece de fontes?]

Por volta dos anos 1840, a arquitetura neoclássica deu lugar a vários estilos românticos, que permaneceriam na moda até a década de 1890, representados por arquitetos como o reconhecido Andrei Stackenschneider, que projetou os palácios de Mariinski, Beloselski-Belozérski e Nikolaiévski. Com a emancipação dos camponeses sancionada por Alexandre II em 1861 e uma revolução industrial, o influxo de camponeses para a capital cresceu imensamente. Os distritos mais pobres emergiriam naturalmente nas periferias da cidade. Nesse momento, São Petersburgo ultrapassava Moscou com relação à população e crescimento industrial, desenvolvendo-se até tornar-se uma das maiores cidades industriais da Europa, com uma importante base naval em Kronstadt.[carece de fontes?]

Os nomes dos santos Pedro e Paulo, que batizaram as primeiras construções da cidade, por ironia, eram os mesmos dos primeiros dois czares russos assassinados — Pedro III, em 1762, como resultado de um complô elaborado pela própria czarina Catarina, e Paulo I, em 1801, morto por conspiradores que pretendiam levar o seu filho, Alexandre I, ao trono. O terceiro czar assassinado seria Alexandre II, em 1881 e, posteriormente, Nicolau II seria o último, em 1918.

Período soviético

Revoluções e guerra civil

Apesar da Rússia, na época, ser um dos países mais poderosos do mundo em termos militares, apenas uma fina parte da população, os nobres, tinham boas condições de vida. Os camponeses eram terrivelmente pobres e trabalhavam de sol-a-sol os seus terrenos sem poder possuí-los. As sucessivas derrotas em várias guerras e batalhas durante a Primeira Guerra Mundial e o descontentamento geral da população fizeram com que a economia interna começasse a deteriorar-se. Nesta ocasião, emergem com força os Sovietes e o Partido Operário Social-Democrata Russo, fundado em 1898, e posteriormente dividido entre os mencheviques e os bolcheviques, dois termos análogos a minoria (меньше) e maioria (больше), em russo.[8]

Este quadro político-social foi profundamente alterado pela deflagração da Primeira Guerra Mundial. A Revolução de Fevereiro de 1917 caracterizou a primeira fase da Revolução Russa. A consequência imediata foi a abdicação do czar Nicolau II. Ela ocorreu como resultado da insatisfação popular com a autocracia czarista e com a participação negativa do país na Primeira Guerra Mundial. Ela levou à transferência de poder do czar para um regime republicano, surgido da aliança entre liberais e socialistas que pretendiam conduzir reformas políticas.[8]

As mudanças propostas pelos mencheviques, que haviam liderado a Revolução de Fevereiro, não alteraram o quadro social, pois o país continuava a sofrer grandes perdas em função da participação na Guerra. A insatisfação social, aliada à atuação dos bolcheviques, fez eclodir a Revolução de Outubro. O marco desta revolução foi a invasão do Palácio de Inverno pelos revolucionários. A Revolução de Outubro foi liderada por Vladimir Lênin, tornando-se a primeira revolução socialista do século XX.[8]

A saída da Rússia da Primeira Guerra Mundial, o desejo da volta do poder da então elite russa e o medo de que o ideário comunista poderia propagar-se pela Europa e eventualmente pelo mundo, fez eclodir a Guerra Civil Russa, que contou com a participação de diversas nações. O então primeiro-ministro francês, George Clemenceau, criou a expressão Cordão Sanitário, com o intuito de isolar a Rússia bolchevique do restante do mundo. O idealismo dos bolchevique propagado para a população mais pobre foi o fator decisivo para a vitória dos partidários de Lênin.[8]

Após a Revolução de Outubro, uma guerra civil eclodiu entre o Exército Branco, que era anticomunista, e o novo regime soviético com o seu Exército Vermelho. A Rússia bolchevista perdeu seus territórios ucranianos, poloneses, bálticos e finlandeses ao assinar o Tratado de Brest-Litovsk, que acabou com as hostilidades com as Potências Centrais da Primeira Guerra Mundial. As potências aliadas lançaram uma intervenção militar mal sucedida em apoio de forças anticomunistas. Entretanto tanto os bolcheviques quanto o movimento branco realizaram campanhas de deportações e execuções contra os outros, episódio que ficou conhecido, respectivamente, como Terror Vermelho e Terror Branco. Até o final da guerra civil russa, a economia e a infraestrutura do país foram profundamente danificadas. Milhões de membros do movimento branco emigraram,[9] enquanto a fome russa de 1921 matou cerca de 5 milhões de pessoas.[10]

Leningrado

Em 26 de janeiro de 1924, cinco dias após a morte de Lênin, a cidade foi rebatizada de Leningrado. A cidade tem mais de 230 locais associados com a vida e as atividades do líder revolucionário, o que lhe rendeu o cognome de "cidade de Lênin", ainda que ele não tenha nela nascido. Nos anos 1920 e 1930, a região periférica da cidade foi reconstruída de forma planejada, fazendo com que a arquitetura construtivista florescesse nessa época. A habitação tornou-se uma preocupação do governo, e muitos dos imensos apartamentos da elite serviram de moradia comunal para diversas famílias numerosas, inaugurando as chamadas kommunalkas. Já na década de 1930, 68% da população da cidade vivia nesse tipo de moradia. Em 1935, um novo plano geral foi elaborado, fazendo a cidade expandir para o sul. O construtivismo foi descartado para promover o Classicismo socialista, que valorizava a estética. O então líder soviético Joseph Stálin adotou um plano para construir um novo palácio para a cidade, com uma grande praça com acesso à avenida Moskovski, que deveria se tornar a artéria da cidade. O caos decorrente da Segunda Guerra Mundial, entretanto, anulou os planos de modernização de Leningrado.[carece de fontes?] A cidade permaneceu com esse nome até 12 de junho de 1991, quando um plebiscito decidiu pela volta de São Petersburgo.[11]

Segunda Guerra Mundial

Cidadãos de Leningrado durante o cerco de 872 dias, quando 1 milhão de civis morreram
Soldado soviético em combate pela libertação da cidade
Ver artigo principal: Cerco a Leningrado

Durante a Operação Barbarossa, o ataque alemão à União Soviética durante a Segunda Guerra, Leningrado foi alvo de um cerco por parte das tropas invasoras. Hitler e seu ministro da propaganda, Joseph Goebbels, estavam dispostos a dar um golpe decisivo no moral soviético capturando a cidade de Lênin. Por 872 dias, entre novembro de 1941 e janeiro de 1944, os cidadãos de Leningrado foram submetidos a um bloqueio onde pereceu um milhão de civis e militares, a imensa maioria de frio, fome e doenças como tifo, escarlatina e icterícia. A dar-se crédito às histórias contadas, alguns cidadãos teriam praticado o canibalismo com parentes mortos para não morrer de fome, enquanto os cemitérios tiveram que ser vigiados por guardas armados para impedir que cidadãos famintos violassem os túmulos recém-enterrados em busca de algo para comer. O cerco a Leningrado foi o mais longo, destrutivo e letal entre os cercos a cidades de toda a história moderna, reduzindo drasticamente a população da região.[12]

Em 1945, Leningrado recebeu o título de cidade heroica, junto de Stalingrado, Sevastopol e Odessa, pela resistência exemplar e tenacidade demonstrada por seus cidadãos. Uma estátua comemorando o fato seria erguida em 1965, no vigésimo aniversário da vitória soviética.[12]

Nos anos 1950, a cidade entrou para os arquivos criminais com o surgimento do Caso Leningrado, que acusava as lideranças políticas da cidade de especularem contra o governo central da União Soviética, sediado em Moscou. Na realidade, todo o caso foi o produto da rivalidade entre os sucessores de Stalin, resultando na prisão e assassinato dos principais políticos de Leningrado, liquidando as referências políticas da cidade.[carece de fontes?]

O metrô de Leningrado, planejado antes da Guerra, foi aberto em 1955, com as primeiras oito estações decoradas com mármore e bronze. No entanto, com a morte de Stálin em 1953, os excessos do projeto, inspirados no Classicismo socialista, foram descartados, e a arquitetura das estações ficou mais simples.[13] Entre os anos 1960 e 1980, vários bairros residenciais foram inaugurados nas periferias. Por conta da melhora do serviço, em comparação com as moradias mais antigas, várias famílias que viviam em kommunalkas puderam se mudar para os novos apartamentos, vivendo separadamente.[carece de fontes?]

Rússia contemporânea e atualidade

Em 12 de junho de 1991, simultaneamente com as eleições presidenciais, a população de Leningrado votou pela mudança de nome da cidade para São Petersburgo, elegendo também o novo prefeito, Anatoli Sobtchak, aliado do presidente Boris Iéltsin. Sobtchak tornou-se o primeiro governante democraticamente eleito da cidade.[carece de fontes?]

Ao mesmo tempo, as condições econômicas deterioravam-se conforme o país tentava adaptar-se às grandes mudanças ocasionadas pela terapia de choque. Pela primeira vez desde os anos 1940, o racionamento de comida foi introduzido, e a cidade passou a receber ajuda humanitária de fora. Em 1995, uma das seções da linha Kirovsko-Viborgskaia foi interditada por conta de uma inundação, criando um obstáculo para a cidade que durou quase dez anos.

Em 1996, Anatoli Sobtchak foi derrotado por Vladimir Iakovlev nas eleições para a chefia da cidade. Junto com o candidato, o título também mudou, de prefeito para governador. Em 2000, Iakovlev foi reeleito. Seu segundo mandato terminaria em 2004, e a tão esperada restauração da conexão ferroviária deveria ficar pronta na época de sua saída. Entretanto, em 2003, Iakovlev resignou, deixando o cargo a Valentina Matvienko.[carece de fontes?]

Por conta de um decreto federal, a lei de eleição dos governadores foi alterada e, em 2006, Matvienko foi indicada como governadora pelo poder Legislativo da cidade. Na década de 2000, os preços dos imóveis sofreram um grande aumento, dificultando a preservação da porção histórica da cidade.[carece de fontes?]

Apesar da vigilância da UNESCO sobre a parte central da cidade, que conta com cerca de 8.000 monumentos, a preservação do ambiente histórico-arquitetônico vem sendo controversa. Depois de 2005, a demolição de edifícios mais antigos no centro histórico passou a ser permitida. Em 2006, a Gazprom lançou um ambicioso projeto para erguer um arranha-céus de 396 metros que supostamente resultaria na perda da paisagem da cidade. As autoridades da cidade pouco se preocuparam com os vários protestos, por parte da população e de figuras proeminentes, mas acabaram cedendo após a decisão do então presidente Dmitri Medvedev em achar uma localização mais apropriada para dar continuidade ao projeto.[carece de fontes?]

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