Rock Against Communism

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Rock Against Communism
Origens estilísticasOi!
Punk rock
Rock and roll
Southern rock
Contexto culturalFinal dos anos 70 no Reino Unido
Instrumentos típicosGuitarra
Baixo
Bateria
Vocal
PopularidadeUnderground
Gêneros de fusão
Hatecore  · Heavy metal  · Hardcore punk
Outros tópicos
Neonazismo  · White power  · Racismo
Nacionalismo  · Fascismo  · Integralismo

Rock Against Communism (mais conhecido como RAC, em português significa rock contra o comunismo) é um movimento musical que contêm letras de ideologia política que, apesar de seu nome confrontar-se diretamente ao comunismo, suas músicas muitas vezes não são focadas no mesmo.[1]

História

O Rock Against Communism nasceu no Reino Unido entre o final dos anos 70 e início dos anos 80, como uma resposta da National Front ao Rock Against Racism da Anti-Nazi League.

Os eventos do Rock Against Communism iniciaram-se entre 1982 e 1983, como um braço da National Front para propaganda do partido entre a juventude britânica. Liderados por bandas como: Skrewdriver, Brutal Attack, No Remorse, The Ovaltinees, Sudden Impact e Skullhead, eram organizados no White Noise Club, sendo as gravações lançadas pela White Noise Records.

Por volta de 1986, em razão da falta de apoio, tentativas de censura e corrupção por parte da National Front e White Noise, quase todas as bandas se afastam do White Noise Club.

Em 1987, Ian Stuart (líder da banda Skrewdriver) com um grupo de ativistas, cria a Blood and Honour, uma organização musical e o zine Skinhead, para apoiar em sua totalidade as bandas e o movimento nacional-socialista, dando um novo rumo ao Rock Against Communism.

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