Povo dos Estados Unidos

Americanos, estadunidenses, estado-unidenses ou norte-americanos
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População total

308.745.538[1]
Censo dos Estados Unidos de 2010

Regiões com população significativa
 Estados Unidos 315.051.000[2]
estimativa populacional atual
 México~ 738 mil[3]
 Canadá~ 688 mil[4]
Filipinas~ 250 mil[5]
 Reino Unido~ 224 mil[6]
Libéria~ 160 mil[7]
 França~ 100 mil[8]
 Israel~ 100 mil[9]
 Alemanha~ 99 mil [10]
 Brasil~ 70 mil[11]
 Hong Kong~ 60 mil[12]
 Austrália~ 56 mil[13]
 Japão~ 52 mil[14]
Costa Rica~ 40 mil[15]
 Noruega~ 33 mil[16]
Líbano~ 25 mil[17]
 Nova Zelândia~ 17 mil[18]
Línguas
inglês (predominante) e espanhol
Religiões
Protestantismo, catolicismo, judaismo, islamismo, budismo e outras religiões
Grupos étnicos relacionados
Ingleses, escoceses, irlandeses, galeses, canadenses, povos autóctones, africanos, alemães, italianos, espanhóis, polacos, franceses, portugueses, mexicanos, cubanos, porto-riquenhos, japoneses, chineses, coreanos, vietnamitas, indianos, filipinos, brasileiros.

Americanos, norte-americanos,[19] estadunidenses[20][21][22] ou estado-unidenses[23] coloquialmente também conhecidos em alguns meios como ianques,[24] são os cidadãos dos Estados Unidos da América.[25] O país é o lar de pessoas de diferentes origens nacionais. Como resultado disso, os americanos não equacionam a sua nacionalidade com a etnia, mas com a cidadania.[26][27] Com exceção da população nativa, quase todos os americanos ou os seus antepassados ​​imigraram para o país nos últimos cinco séculos.[28]

Apesar de sua composição multiétnica,[29][30] a cultura americana é exercida em comum pela maioria dos americanos, como uma cultura ocidental em grande parte derivada das tradições de imigrantes europeus ocidentais.[29] Ela também inclui influências da cultura afro-americana.[31] A expansão para o oeste integrou os crioulos e cajuns da Louisiana, os hispânicos do sudoeste e trouxe um contato próximo com a cultura mexicana. A forte imigração no final do século XIX e início do século XX a partir da Europa meridional e Oriental introduziu uma variedade de elementos. A imigração proveniente da Ásia, África e América Latina também teve impacto. A expressão "caldeirão cultural" descreve a maneira como as várias gerações de americanos celebraram e trocaram distintas características culturais entre si.[29]

Além dos Estados Unidos, americanos e pessoas de ascendência americana podem ser encontradas internacionalmente. Estima-se que cerca de três a sete milhões de americanos estejam vivendo no exterior e compõem a diáspora americana.[32][33][34]

Gentílico

Ver artigo principal: Uso da palavra americano(a)

O termo "estadunidense" é legitimamente aceito por fontes confiáveis como sinônimo de americano ou americano-do-norte,[19][35][36][37] porém o uso de termos como "americano" e "norte-americano" nessa situação costuma ser considerado inexato ou inadequado por algumas fontes,[38][39][40][41] que entendem ser americano utilizável apenas quando relativo a toda a América e que mesmo o termo norte-americano como sinônimo de pertencente aos EUA, é depreciativo a mexicanos, canadenses, gronelandeses, são-pedrenses ou bermudenses, embora mesmo os canadenses chamem seus vizinhos do sul de americanos.[42][43]

Este tipo de crítica, porém, eventualmente envolve uma abordagem politizada, calcada em argumentos linguísticos e onomásticos, caracterizada como uma "tomada de consciência" perante as constatações citadas acima, como deixa claro a linguista e professora Florence Carboni,[44] em sua crítica ao uso do termo "americano" como sinônimo de estadunidense:

"A categoria "estadunidense" não constitui tentativa esquerdista de riscar do mundo da linguagem e dos vivos a população daquela grande nação, como já assinalado. Trata-se apenas de pequena tomada de consciência e restauração da legalidade lingüística e simbólica dos direitos políticos e materiais dos povos oprimidos da América."[41]

Outros estudiosos, como o geógrafo, professor e especialista em geopolítica Demétrio Magnoli, consideram o uso da expressão "estadunidense" como uma tentativa de depreciação e retaliação ao povo dos Estados Unidos e associa o uso da palavra a sentimentos de antiamericanismo, provocado por ideologias de esquerda.[45]

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