Pato Donald
English: Donald Duck

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Pato Donald
Personagem fictícia de Pato Donald
Donald.png
O Pato Donald
Nome originalDonald Fauntleroy Duck (em inglês)
Nascimento9 de junho de 1934 (84 anos)
OrigemPatópolis, Calisota, EUA
SexoMasculino
CaracterísticasAzarado, mal-humorado, medroso
Ocupaçãovariável
FamíliaMargarida (namorada)
Patoso (pai)
Hortênsia MacPatinhas (mãe)
Vovó Donalda (avó paterna)
Tomás Reco (avô paterno)
Donilda O'Pata(avó materna)
Fergus MacPatinhas (avô paterno)
Patinhas McPatinhas (tio materno)
Gastão (primo)
Peninha (primo)
Dumbela Pato (irmã e mãe dos seus 3 sobrinhos)
Huguinho, Zezinho e Luisinho (sobrinhos)
Amigo(s)Mickey
Zé Carioca
Panchito
Pateta
Minnie
Pluto
Tico e Teco(às vezes)
Professor Pardal
Professor Ludovico
Inimigo(s) Mickey(às vezes)
Gastão
Porcolino Leitão
Bafo de Onça
Pluto(antigamente)
Huguinho, Zezinho e Luisinho(às vezes)
Tico e Teco
Criado porWalt Disney
VozEstados Unidos Clarence Nash (1934-1984)
Estados Unidos Tony Anselmo (1984-presente)
Brasil Gaston Renné
Brasil Januzzi
Brasil Cleonir dos Santos
Brasil Garcia Júnior
Brasil Marco Antônio Costa (dublagens cariocas; final dos anos 1980)
Brasil Paulo Vignolo
Brasil Marcio Gianullo (dublagens paulistas; final dos anos 80-anos 90)
Brasil Cláudio Galvan (voz atual)
Portugal Fernando Sousa
Série(s)Pato Donald
Primeira apariçãoA Galinha Esperta (1934)
Internet Movie DatabaseIMDb

O Pato Donald (em inglês: 'Donald Duck')[1] é um personagem de desenhos animados e histórias em quadrinhos dos estúdios de Walt Disney, criado em 1934.

Ele aparece em vários desenhos como antagonista antipático, principalmente naqueles em que aparece junto de Mickey Mouse ou de seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho. Ele é muito azarado e mal-humorado, sempre perdendo suas batalhas para Mickey e para seus sobrinhos, dando um motivo verdadeiro para Donald odiá-los.

A voz de Donald

Nos Estados Unidos

Clarence Nash em 1982.

A voz "grasnada" de Donald foi criada pelo dublador Clarence Nash que até então era apenas um homem vindo da zona rural de Watonga, Oklahoma. Nash tinha o dom natural para imitar animais, inclusive sons de patos. No início dos anos 30, mudou-se para a Califórnia, onde fez locução de propaganda numa rádio. A voz que Nash criou para Donald consistia em falar palavras através de um tipo de "ruido", feito com o canto da boca e os dentes molares, que lembrava o grasnado de um pato. Após Walt Disney o escutar recitando o poema "Mary Tinha um Carneirinho" (Mary Had a Little Lamb) com sua "voz de pato", chamou-o para uma audição e imediatamente o contratou, adivinhando que havia escolhido a voz certa para o seu novo personagem, Donald. Nash o dublou pela primeira vez no curta A Galinha Esperta ("The Wise Little Hen") (primeira aparição sonora) Nessa animação, além de Donald, há também o Porco Peter ("Peter Pig") que também fala palavras através de sons que lembram grunidos de porco, além da própria Galinha Esperta que emite cacarejos na pronúncia. Clarence Nash voltou a dublar o pato novamente no desenho "Orphan's Benefit" (traduzido como "Show Para os Órfãos" ou "Em Benefício dos Órfãos"), onde Donald recita novamente o poema que fez com que Walt Disney contratasse Nash. E outro chamado "Little Boy Blue, come blow your horn" (ou "Menininho Triste, toque sua corneta" na dublagem brasileira); este desenho foi feito originalmente em preto e branco em 1934 e refeito em cores mais tarde, no ano de 1941 (As duas versões do curta, no entanto, contaram com o mesmo áudio e as mesmas falas, gravadas em 1934).

Impressões de Donald no Teatro Chinês, feitas por seu próprio dublador Clarence Nash.

Clarence Nash deu voz ao Donald em muitos, cerca de cem desenhos animados inclusive em outras línguas como português e espanhol, em filmes como: The Three Caballeros e Saludos Amigos (ele teve ajuda de roteiros escritos foneticamente, para que pudesse falar as palavras estrangeiras usando as pronúncias corretas); no caso destes dois filmes, os três dubladores, de Donald, Zé Carioca e Panchito, tiveram que dublar as versões em outras línguas para outros países (no DVD de "Você já Foi a Bahia", estão presentes as três versões, dos EUA, Brasil e México). A pedido de Walt Disney, Nash também dublou Donald em outras línguas em alguns dos seus curtas de 7 minutos, sendo que nas versões feitas para o Brasil naquela época, o narrador era Aloysio de Oliveira, que inclusive também fez a narração de alguns desenhos em que o Pateta aparece sem falas, por exemplo o curta Como Jogar Golfe ("How to Play Golf").

Uma curiosidade é que nos clássicos desenhos de cinema em que Huguinho, Zezinho e Luizinho aparecem, todos os três tem a mesma voz, que também é feita por Clarence Nash (porém, mais fina que a de Donald). Pois, naquele tempo os três sobrinhos tinham a mesma personalidade, falavam e agiam em sncronia e algumas vezes dizendo frases fragmentadas como: "Olá!" "Tio!" "Donald!" (eles foram os primeiros gêmeos nos desenhos animados a falarem frases fragmentadas desta maneira, e foram seguidos depois também por Pipeye, Pupeye, Poopeye e Peepeye, os sobrinhos quadrigêmeos do Popeye). Em séries produzidas mais recentemente como Duck Tales e TV Quack Pack, os três sobrinhos tem personalidades diferentes uma da outra, e não falam todos com a mesma "voz de pato" de Donald. A pata "Donna Duck" que aparece no curta "Don Donald" em 1937 (e que é como um protótipo da Margarida) também foi dublada por Clarence Nash mas somente em episódios posteriores a esse. A namorada de Donald ganhou a sua própria voz e recebeu o nome de "Daisy Duck".

Clarence Nash permaneceu como a única voz do pato nos Estados Unidos até a sua morte em 1985, e, logo após, Donald passou a ser dublado por Tony Anselmo, que foi treinado pelo próprio Nash quando este ainda era vivo; mesmo com Anselmo fazendo uma voz um pouco mais aguda do que a que Donald tinha nos desenhos mais antigos.

Nos anos 80, foi lançado um filme chamado Who Framed Roger Rabbit? onde apareceu o Pato Donald e o Patolino (Daffy Duck) dos Looney Tunes que se tornaram rivais, após um espetáculo de piano.

Referências:

Primeiras dublagens em português de Clarence Nash

Bem antes das vozes brasileiras mais recentes do Pato Donald, as primeiras dublagens em português de alguns desenhos, foram feitas pelo próprio dublador americano Clarence Nash. Clarence já havia dublado a voz do personagem desta forma nos filmes Você Já Foi à Bahia? e Saludos Amigos (não só em português mas também em outras línguas como em espanhol), e chegou também a fazer isso, a pedido de Walt Disney, em alguns curta-metragens comuns do Donald que foram dublados na mesma época, para as distribuições em vários países estrangeiros.[2] Contudo, as falas de Donald nessas dublagens, ficavam mais dificeis de se entender, algumas vezes dando a impressão de que ele falava com sotaque de um americano tentando falar português.

Hoje em dia sobraram poucos episódios dublados por Clarence Nash em português, pois a maioria tem as dublagens brasileiras feitas mais tarde (algumas das versões hispânicas feitas por Clarence Nash para o México, chegaram a sair em alguns lançamentos em DVD, como por exemplo no filme "Os Vilões da Disney" no qual foi incluído o curta "Donald e o Gorila" com a dublagem de Clarence Nash falando em espanhol). Três episódios que ainda podem ser encontrados com a dublagem de Nash em português são: "Lake Titicaca" (que estava incluído em "Saludos Amigos"), "No Hunting" de 1955, e "Sea Salts" de 1949, neste episódio além de Clarence Nash, também participa Aloysio de Oliveira dublando um besouro que fica amigo de Donald em uma ilha (Aloysio era o narrador de Você Já Foi à Bahia?, e havia feito a voz do Capitão Gancho em Peter Pan). Um fato curioso é que o curta "Sea Salts", já foi lançado com esta dublagem antiga, em um dos VHS da coleção "Donald & Cia" (onde recebeu o título de "Os Lobos do Mar"), e "No Hunting" já foi lançado na fita "Pato Donald no Oeste", com a dublagem de Clarence Nash falando em português.

Curioso também é que o episódio "Sea Salt" tem uma dublagem mais nova, com Cláudio Galvan, que é exibida na TV algumas vezes, e nela o pato já fala normalmente frases mais longas ou complexas; mas na versão de Clarence Nash lançada em VHS, Donald diz frases mais curtas e com mais dificuldade, como por exemplo quando ele e um besouro estão bebendo água de coco, e Donald diz com sotaque americano: ("Agorua" a polpa!) pedindo que o besouro entre dentro da casca do coco, e pegue a polpa que restou lá.

Dubladores brasileiros

No Brasil, Donald foi feito por vários dubladores, duas das vozes mais conhecidas até hoje são de Márcio Gianullio e Cláudio Galvan:

  • Márcio Gianullo - O Pato Donald foi provavelmente o seu único trabalho na área de dublagem, pois Gianullo se dedica mais à seus trabalhos com música e culinária (é produtor musical e também chef de cozinha atualmente) no ramo musical já atuou no "Estúdio Lua Nova" na produção de músicas e trilhas de comerciais de TV como os da Faber Castell, Bubbaloo e da C&A, e mais recentemente da Jequiti para o SBT. Junto com o atual dublador Cláudio Galvan, ele é uma das vozes mais conhecidas de Donald, e que mais se aproximam da voz original criada por Clarence Nash. Márcio Gianullo dublava o Donald junto de Nelson Batista (Pateta) e Orlando Viggiani (Mickey Mouse), nos estúdios da SC-São Paulo, Sigma SP e Megassom, cujos episódios foram lançados nos VHS da Disney e Abril Vídeo durante o final dos anos 80 até a metade dos anos 90; algumas das primeiras fitas foram "Festa Mágica" de 1987, "Super Festival Disney", "Aventuras na Floresta" de 1989, e "Histórias Arrepiantes de Disney", e depois no início de 1990 as coleções "Meu Amigo Mickey / Donald / Pateta" e "Mickey e seus Amigos / Donald e seus Amigos"(* ver o artigo Abril Vídeo#Lista de filmes lançados pela Abril Vídeo). Ele dublou a voz de Donald também em filmes como: "Donald no País da Matemágica" na "SC-São Paulo", e "Mickey, O Príncipe e o Mendigo" de 1990, e em curtas como Show Para os Orfãos "Orphan's Benefit" (desenho em que Donald recita os poemas "Mary Tinha um Carneirinho" e "Menininho Triste, toque sua corneta"), e curiosamente também dublou os grasnados de Donald em um comercial live action do chiclete "Ploc Pato Donald" lançado em 1991 (onde Donald interage com "crianças reais"). Uma das principais características na dublagem de Donald feita por Gianullo é o sotaque paulistano, que aparece principalmente em seus "erres" finais, além da sua entonação que é bem mais alta e "gritada" em relação a atual voz feita por Cláudio Galvan. No início da década de 1990, os desenhos dublados por Márcio (para VHS), começaram a ser exibidos na TV dentro do quadro "Mickey e Donald" da "TV Colosso" e depois "Angel Mix", permanecendo até o ano de 1998, quando os direitos de exibição saíram da Rede Globo, e foram para o SBT. Em 1999 (época em que o SBT passou a exibir os desenhos clássicos da Disney no "Disney Club"), alguns episódios que já haviam sido dublados pela Sigma e Megasom no início de 1990, ganharam novas dublagens (também feitas na própria Sigma), porém agora com o Donald feito por Cláudio Galvan, e o Pateta por Élcio Sodré, mantendo somente Orlando Viggiani dublando o Mickey (ele foi substituído mais tarde por Sérgio Moreno). Em 2005, a Rede Globo recuperou os direitos de exibição sobre estes desenhos, e voltou a exibir algumas dublagens mais antigas, feitas no início dos anos 90 (com Márcio Gianullo e Nelson Batista), junto também com algumas mais recentes de 1999 (com Cláudio Galvan e Élcio Sodré) que passavam no Disney Club. Um fato curioso é que o DVD "Contagem Regressiva Para o Natal", trás os nomes de Gianullo, Nelson Batista e Orlando Viggiani nos créditos de dublagem do curta "O Príncipe e O Mendigo", que foi uma das poucas vezes que os três foram creditados em lançamentos em DVD. Segundo o também dublador Nelson Machado, no início da década de 1990, Gianullo chegou a ser declarado, por escrito, pela própria Disney, como o segundo melhor Donald do mundo (sendo o primeiro o original, Clarence Nash).
  • Cláudio Galvan - É o dublador atual do Pato Donald. Galvan também faz várias vozes para os desenhos da Disney, como Denai em Irmão Urso e os "Irmãos Slim" em Nem que a Vaca Tussa. Junto com Gianullo, Galvan é também um dos que mais se aproximam da voz original do pato feita por Clarence Nash. Cláudio começou fazendo o personagem na metade final dos anos 90, em desenhos e séries para a TV, como "TV Quack Pack" de 1996, no estúdio carioca Delart, e depois, já nos anos 2000, em novos desenhos como "OK Mundongo da Disney", "O Point do Mickey" (House of Mouse) e "A Casa do Mickey Mouse" do Disney Channel, além dos novos filmes onde o personagem aparece, como: "Mickey, Donald e Pateta: Os Três Mosqueteiros", "Aconteceu no Natal do Mickey" e "Aconteceu de Novo no Natal do Mickey". Cláudio Galvan também chegou a dublar o Donald em São Paulo, substituindo Gianullo, no final dos anos 90, quando o estúdio Sigma refez algumas de suas dublagens; apesar das duas vozes serem muito parecidas, a de Cláudio é mais fina, e com menos sotaque, e a de Márcio por sua vez, é um pouco mais grossa e com sotaque paulista em seus erres finais. Outra diferença entre as fases de dublagem de cada um, é que as mais antigas com Márcio Gianullo, ainda contavam com o dublador Nelson Batista fazendo o Pateta, enquanto nas versões com Galvan, Pateta passou a ser dublado por Élcio Sodré (substituindo Nelson Batista que faleceu em 1998). Somente Mickey e Minnie continuaram sendo feitos por Orlando Viggiani e Denise Simonetto, até um certo tempo, mais tarde, com o lançamento da nova série "The House of Mouse", as vozes dos dois foram assumidas por Sérgio Moreno e Marli Bortoletto, e o Pateta por Tatá Guarnieri e Anderson Coutinho; pelo fato destes personagens terem vozes bem caricatas, eles já passam por vários dubladores, sem que haja muita diferença entre cada um. Curiosamente durante o especial Os Vilões da Disney as vozes de Cláudio e Márcio, aparecem juntas; Galvan faz a voz de Donald nas cenas em que ele está interagindo no clube "House of Mouse", mas no momento em que é exibido o curta "Doce ou Truque" (Trick Or Treat - 1954), é usada uma dublagem um pouco mais antiga, do início de 1990, onde Donald aparece dublado por Gianullo, com uma voz um pouco mais grossa, e sotaque diferente. No mesmo filme, é exibido também o curta "Fantasmas Solitários" (Lonesome Ghosts - 1937), com uma dublagem de 1999, onde Donald já é dublado por Galvan com o mesmo tipo de voz que ele tem na "House of Mouse", e o Pateta por sua vez, é feito por Élcio Sodré (existe uma outra dublagem do curta "Lonesome Ghosts" feita na SC-São Paulo, que foi lançada em um VHS intitulado "Histórias Arrepiantes Disney" de 1988, onde Pateta ainda era feito por Nelson Batista, e Donald por Gianullo, o único dublador que participou das duas versões foi Orlando Viggiani). Curiosamente, algumas vezes um mesmo episódio é lançado pela própria Disney com duas dublagens em DVDs diferentes, como por exemplo o desenho "Os Alpinistas", que saiu no DVD "Contagem Regressiva Para o Natal" dublado por Galvan, e no DVD "Mickey em Um Verão Muito Louco" dublado por Gianullo.

Referências:

Dubladores anteriores de Donald: Antes de Márcio e Cláudio em São Paulo, outros dubladores brasileiros que também fizeram o personagem nos estúdios do Rio de Janeiro, foram Januzzi em alguns dos desenhos clássicos dublados para as exibições da TV Globo nos anos 80, Garcia Júnior, que o dublou, por exemplo, no curta "O Conto de Natal do Mickey" no ano de 1983, e depois Marco Antônio Costa, que dublou as aparições de Donald em alguns episódios da série "Duck Tales" de 1988, e também na dublagem carioca de "Uma Cilada para Roger Rabbit" feita para TV (a primeira versão paulista, contava com o Márcio Gianullo no Donald, e foi lançada somente nos primeiros em VHS do filme entre 1989 e 1990). Curioso é que Marco Antônio fazia um tipo de voz bem diferente dos outros dubladores do Donald, não era um "barulho de pato" com o canto da boca, mas uma voz um pouco "rouca" e "chiada"; já no caso de Garcia Júnior e Januzzi, a voz já era parecida com os "grasnados" de Clarence Nash que o público conhece. Um outro dublador carioca que também já fez as falas do pato, foi Paulo Vignolo (provavelmente em algum momento nos anos 90). Nos anos 60 e 70, na época em que o Mickey ainda era feito por Luís Manuel, o personagem também chegou a ser feito algumas vezes por Cleonir dos Santos (Cleonir assumiu o Mickey mais tarde nos anos 80). Donald também teve uma outra dublagem antiga, em suas aparições no "Clube do Mickey", que era dublado pelo estúdio BKS, e exibido na TV Tupi em 1978, e depois no Fonte[ligação inativa]

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