Nova Iorque

Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Nova Iorque (desambiguação).
Nova Iorque
New York City
Localidade dos Estados Unidos Estados Unidos
NYC Montage 2011.jpg
Do topo, em sentido horário: Panorama de Midtown Manhattan, sede da Organização das Nações Unidas, Estátua da Liberdade, Ponte do Brooklyn, Central Park, Times Square e a Unisphere no Queens.
Cognome(s): The Big Apple ("A Grande Maçã")
Capital do Mundo
Gotham
N.Y.
Nova Iorque está localizado em: Nova Iorque
Nova Iorque
Localização de Nova Iorque em Nova Iorque
Nova Iorque está localizado em: Estados Unidos
Nova Iorque
Localização de Nova Iorque nos Estados Unidos
Dados gerais
Fundado em1624 (394 anos)
PrefeitoBill de Blasio[1] (D)
GentílicoNova-Iorquino (New Yorker)
Localização
40° 43' N 74° O
CondadoBronx (12,27%)
Kings (20,69%)
Nova Iorque (7,17%)
Queens (38,04%)
Richmond (21,83%)
Estado Nova Iorque
Tipo de localidadeCidade
Fuso horário-5/-4
Características geográficas
Área1 213,36 km²
- terra783,83 km²
- água429,52 km²
- urbanizada8 683,2 km²
- metrópole17 405 km²
População (est. 2014)[2]8 405 837 hab. (10 725,4/km²)
- urbanizada19 275 960
- metrópole19 949 502
Altitude10 m
Códigos
Código postal100xx-104xx, 11004-05, 111xx-114xx, 116xx
código FIPS36-51000
Sítio webwww.nyc.gov

Portal Portal Estados Unidos

Nova Iorque ou Nova York (em inglês: New York), é a cidade mais populosa dos Estados Unidos[3] e o centro da Região Metropolitana de Nova Iorque, uma das áreas metropolitanas mais populosas do mundo.[4][5][6] É também a terceira cidade mais populosa da América, atrás de São Paulo e Cidade do México. A cidade exerce um impacto significativo sobre o comércio, finanças, mídia, arte, moda, pesquisa, tecnologia, educação e entretenimento de todo o planeta. Nova Iorque abriga a sede da Organização das Nações Unidas (ONU),[7] sendo um importante centro para assuntos internacionais e amplamente considerada como a capital cultural do mundo.[8][9][10][11][12] A cidade também é referida como Cidade de Nova Iorque[13] (em inglês: New York City) para distingui-la do estado de Nova Iorque, do qual faz parte.[14]

Localizada em um dos maiores portos naturais do mundo,[15] a cidade é composta por cinco boroughs: Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island.[16] Com uma população que, de acordo com o Censo dos Estados Unidos de 2010, atinge 8.175.133 habitantes, distribuídos numa área de terra de apenas 784 km².[17][18] Nova Iorque é a grande cidade mais densamente povoada dos Estados Unidos[19] e a segunda localidade mais densamente povoada do estado de Nova Iorque. Com cerca de 800 idiomas diferentes falados em seu território, Nova Iorque é a cidade com a maior diversidade linguística do mundo.[20] A população da Região Metropolitana de Nova Iorque é a maior dos Estados Unidos, estimada em cerca de 18,9 milhões de pessoas distribuídas em cerca de 17.400 km².[21][22]

Nova Iorque tem suas raízes na sua fundação em 1624 como um posto de comércio por colonos neerlandeses, sendo nomeada Nova Amsterdã, em 1626.[23] A cidade e seus arredores foram tomadas pelo Reino da Inglaterra em 1664,[24][25] passando a fazer parte do Império Britânico, e sendo seu nome alterado para Nova Iorque, depois que o Rei Carlos II da Inglaterra concedeu as terras para seu irmão, o então Duque de Iorque (futuro Rei Jaime II da Inglaterra).[26][27] Nova Iorque serviu como a capital dos Estados Unidos de 1785 até 1790,[28] sendo a maior cidade do país desde 1790.[29] A Estátua da Liberdade recebeu milhões de imigrantes que vieram para a América de navio no final do século XIX e início do século XX.[30]

Muitos distritos e pontos turísticos de Nova Iorque se tornaram bem conhecidos graças aos seus quase 50 milhões de visitantes anuais.[31] A Times Square, batizada de "a encruzilhada do mundo",[32][33][34][35] é a região iluminada onde se concentram os famosos teatros da Broadway,[36] sendo um dos cruzamentos de pedestres mais movimentados do mundo[37] e um importante centro da indústria do entretenimento mundial.[38] A cidade abriga algumas das pontes, arranha-céus[39] e parques de maior renome no mundo. O distrito financeiro de Nova Iorque, ancorado por Wall Street em Lower Manhattan, atua como um dos maiores centros financeiros do mundo,[40][41][42][43][44][45][46] e é o lar da Bolsa de Valores de Nova Iorque, a maior bolsa de valores do planeta pelo total de capitalização de mercado de suas empresas listadas.[47] O mercado imobiliário de Manhattan está entre os mais valorizados e caros do mundo.[48] A Chinatown de Manhattan incorpora a maior concentração de chineses do Ocidente.[49] Ao contrário da maioria dos sistemas de metrô do mundo, o Metropolitano de Nova Iorque é projetado para fornecer o serviço 24 horas por dia, 7 dias por semana.[50] Inúmeros colégios e universidades estão localizados na cidade, incluindo a Universidade de Colúmbia, a Universidade de Nova Iorque e a Universidade Rockefeller, que estão classificadas entre as 100 melhores do mundo.[51]

História

Lower Manhattan, em 1660, quando fazia parte de Nova Amsterdã. O norte é para a direita.

A região era habitada por nativos norte-americanos das tribos lenapes no momento da sua descoberta europeia, em 1524,[52] por Giovanni da Verrazano, um explorador florentino a serviço da coroa francesa, que chamou de "Nouvelle Angoulême" (Nova Angoulême).[53] O assentamento europeu começou com a fundação de uma colônia holandesa de comércio de peles, que mais tarde seria chamada "Nieuw Amsterdam" (Nova Amsterdã), na ponta sul de Manhattan em 1614. O diretor-geral colonial holandês Peter Minuit comprou a ilha de Manhattan dos lenapes em 1626 pelo valor de 60 florins,[54] (cerca de US$ 1000 em 2006);[55] uma outra lenda diz que Manhattan foi comprada por US$ 24 no valor de contas de vidro.[56][57]

Os primeiros moradores de Nova Iorque foram 23 judeus de origem portuguesa que chegaram em 7 de setembro de 1654 na Nova Amsterdã, um entreposto da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, fugindo da Inquisição no Recife.[58][59]Das 16 naus que partiram às pressas do Recife, uma foi saqueada na Jamaica e 23 judeus viajaram até a ilha de Manhattan, sem bens, onde estabeleceram residência e trabalharam no comércio.[60]

Em 1664, a cidade foi entregue para os ingleses e rebatizada para "New York" (Nova Iorque) pelo Duque de York e Albany.[61] No final da Guerra Anglo-Holandesa, os holandeses ganharam o controle da ilha de Run (então um ativo muito mais valioso) em troca do controle inglês sob Nova Amsterdã (Nova Iorque), na América do Norte. Várias guerras intertribais entre os nativos americanos e algumas epidemias ocasionadas pela chegada dos europeus provocaram perdas consideráveis ​​para a população lenape entre os anos de 1660 e 1670.[62] Em 1700, a população lenape tinha diminuído para apenas 200 membros.[63] Em 1702, a cidade perdeu 10% de sua população para a febre amarela.[64] Nova Iorque sofreu nada menos que sete importantes epidemias de febre amarela no período ente 1702 e 1800.[65]

Nova Iorque cresceu em importância como porto comercial enquanto esteve sob o domínio britânico. A cidade sediou o influente julgamento de John Peter Zenger em 1735, ajudando a estabelecer a liberdade de imprensa na América do Norte. Em 1754, a Universidade de Colúmbia foi fundada em navios fretados por Jorge II da Grã-Bretanha como Faculdade do Rei em Lower Manhattan.[66] O Stamp Act Congress se reuniu em Nova Iorque em outubro de 1765, assim como os Filhos da Liberdade se organizaram na cidade, escaramuçando durante os dez anos seguintes com as tropas britânicas estacionadas no país.[67]

Durante a Revolução Americana, a Batalha de Long Island, considerada a maior batalha ocorrida nessa guerra, foi travada em agosto 1776 inteiramente em terras atualmente ocupadas pelo borough do Brooklyn.[68] Após a batalha, em que os estadunidenses foram derrotados, deixando subsequentes batalhas menores seguirem o mesmo rumo, a cidade tornou-se a base militar e política britânica de suas operações na América do Norte. A cidade foi um refúgio para lealistas até o fim da guerra em 1783. A única tentativa de uma solução pacífica para a guerra aconteceu no Casa de Conferência em Staten Island entre os delegados estadunidenses, incluindo Benjamin Franklin, e o general britânico Lord Howe, em 11 de setembro de 1776. Logo após o início da ocupação britânica, ocorreu o Grande Incêndio de Nova Iorque, uma conflagração de grande porte que destruiu cerca de um quarto dos edifícios na cidade, incluindo a Igreja da Trindade.[69]

Pintura de Manhattan e da cidade de Nova Iorque em 1873.

A montagem do Congresso da Confederação fez de Nova Iorque a capital do país em 1785, logo após a guerra. Nova Iorque foi a última capital dos Estados Unidos sob os Artigos da Confederação e a primeira capital sob a Constituição dos Estados Unidos. Em 1789, o primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington, foi empossado; o primeiro Congresso dos Estados Unidos e a Suprema Corte dos Estados Unidos foram montados pela primeira vez e a Carta dos Direitos dos Estados Unidos foi elaborada, tudo no Federal Hall, em Wall Street.[70]

No século XIX, a cidade foi transformada pela imigração e pelo desenvolvimento.[71] Uma proposta visionária de desenvolvimento, o Plano dos Comissários de 1811, expandiu a "grade de ruas" por toda Manhattan e a abertura do Canal de Erie em 1819, ligando o Atlântico aos vastos mercados agrícolas do interior norte-americano.[72] A política local caiu sob o domínio do Tammany Hall, uma máquina política apoiada por imigrantes irlandeses.[73] Várias proeminentes figuras literárias estadunidenses viveram em Nova Iorque durante os anos 1830 e 1840, incluindo William Cullen Bryant, Washington Irving, Herman Melville, Rufus Wilmot Griswold, John Keese, Nathaniel Parker Willis e Edgar Allan Poe. Membros da velha aristocracia comerciante fizeram lobby para a criação do Central Park, que se tornou o primeiro parque ajardinado numa cidade estadunidense em 1857. Uma significante população negra livre também existia em Manhattan e no Brooklyn. Escravos existiam em Nova Iorque em 1827, mas durante os anos 1830, Nova Iorque tornou-se um centro do ativismo abolicionista interracial no Norte. A população negra de Nova Iorque era de mais de 16 000 pessoas em 1840.[74] A Grande Fome Irlandesa trouxe um grande influxo de imigrantes irlandeses e, em 1860, um em cada quatro nova-iorquinos - mais de 200 000 pessoas - havia nascido na Irlanda.[75]

A revolta durante o recrutamento militar durante a Guerra Civil Americana (1861-1865) levou aos motins de 1863, um dos piores incidentes de distúrbios civis na história americana.[76]

Centro de Manhattan em 1932, visto do Rockefeller Center.
Lower Manhattan, Nova Iorque, 1942.

Em 1898, a cidade de Nova Iorque obteve sua atual formação, com a consolidação do Brooklyn que, até então, era uma cidade separada, juntamente com o Condado de Nova Iorque, que na época incluía partes do Bronx, o Condado de Richmond e a parte ocidental da condado de Queens.[77] A abertura do metrô, em 1904, ajudou a conectar toda a cidade. Na primeira metade do século XX, a cidade se tornou um centro mundial para a indústria, comunicação e comércio. No entanto, este desenvolvimento não veio sem um preço. Em 1904, o navio a vapor General Slocum pegou fogo no rio East, matando 1021 pessoas a bordo.[78]

Em 1911, o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, o pior desastre industrial da cidade até os ataques de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center, tirou a vida de 146 trabalhadores e estimulou o crescimento da União Internacional das Damas Trabalhadoras de Vestuário e grandes melhorias nos padrões de segurança das fábricas.[79]

A população não-branca de Nova Iorque era de 36 620 pessoas em 1890.[80] Na década de 1920, a cidade era um destino privilegiado para afro-americanos durante a Grande Migração do sul estadunidense. Em 1916, Nova Iorque era o lar da maior população urbana da diáspora africana na América do Norte. O renascimento de Harlem floresceu durante a era da Lei Seca, coincidente com uma maior boom econômico que viu o horizonte se desenvolver com a construção de arranha-céus.

Nova Iorque se tornou a área urbanizada mais populosa do mundo em 1920, ultrapassando Londres, e sua região metropolitana ultrapassou a marca de 10 milhões em 1930, tornando-se a primeira megacidade da história humana.[81] Os anos difíceis da Grande Depressão viram a eleição do reformista Fiorello La Guardia como prefeito e a queda do Tammany Hall, após 80 anos de domínio político.[82]

O retorno de veteranos da Segunda Guerra Mundial criou um boom económico pós-guerra e o desenvolvimento de novos bairros no leste do Queens. Nova Iorque saiu da guerra incólume como a principal cidade do mundo, com Wall Street liderou o lugar dos Estados Unidos como a potência econômica dominante do mundo. A sede da Organização das Nações Unidas (ONU) (concluída em 1950) enfatizou a influência política de Nova Iorque e a ascensão do expressionismo abstrato na cidade precipitou deslocamento de Nova Iorque como o centro do mundial da arte, deixando Paris em segundo plano.[83]

Na década de 1960, a cidade começou a sofrer de problemas econômicos e com índices de criminalidade em ascensão. Embora o ressurgimento da indústria financeira tenha melhorado muito a saúde econômica da cidade na década de 1980, a taxa de crimes de Nova Iorque continuou a subir fortemente até o início da década de 1990.[84] Nos anos 1990, os índices de criminalidade começaram a cair dramaticamente devido ao aumento da presença policial e da gentrificação e muitas novas ondas de imigrantes chegaram da Ásia e da América Latina. Importantes setores novos, como o Silicon Alley, surgiram na economia da cidade e a população de Nova Iorque alcançou o seu maior número da história no censo de 2000.

A cidade foi um dos locais atingidos durante os ataques de 11 de setembro de 2001, quando cerca de 3000 pessoas morreram na destruição do World Trade Center.[85] No lugar das torres destruídas, em 3 de novembro de 2014 foi inaugurado o novo One World Trade Center que com o World Trade Center Memorial Museum (inaugurado em setembro de 2012); outras três novas torres de escritórios e um centro de transporte modernizarão a Lower Manhattan e modificarão o skyline de Nova Iorque.[86]

Vista de Lower Manhattan, com destaque para o novo World Trade Center
En otros idiomas
Afrikaans: New York Stad
Alemannisch: New York City
aragonés: Nueva York
العربية: نيويورك
مصرى: نيويورك
asturianu: Nueva York
Aymar aru: New York
azərbaycanca: Nyu-York
تۆرکجه: نیویورک
башҡортса: Нью-Йорк
Boarisch: New York City
žemaitėška: Niojuorks
Bikol Central: Nueva York
беларуская: Нью-Ёрк
беларуская (тарашкевіца)‎: Нью-Ёрк
български: Ню Йорк
Bahasa Banjar: New York
bamanankan: New York City
བོད་ཡིག: ནེའུ་ཡོར་ཀ།
brezhoneg: New York
bosanski: New York City
ᨅᨔ ᨕᨘᨁᨗ: Kuta New York
català: Nova York
Chavacano de Zamboanga: New York (ciudad)
Mìng-dĕ̤ng-ngṳ̄: Niū-iók-chê
нохчийн: Нью-Йорк
Chamoru: New York City
corsu: New York
qırımtatarca: Nyu York
čeština: New York
Чӑвашла: Нью-Йорк
Deutsch: New York City
dolnoserbski: New York City
Ελληνικά: Νέα Υόρκη
emiliàn e rumagnòl: New York
English: New York City
Esperanto: Novjorko
español: Nueva York
eesti: New York
euskara: New York
estremeñu: Nueva York
فارسی: نیویورک
suomi: New York
Võro: New York
Na Vosa Vakaviti: New York City
føroyskt: New York City
français: New York
Nordfriisk: New York City
贛語: 紐約市
galego: Nova York
گیلکی: نيؤيؤرک
Avañe'ẽ: Táva Nueva York
Hausa: New York
客家語/Hak-kâ-ngî: New York Sṳ
עברית: ניו יורק
Fiji Hindi: New York City
hornjoserbsce: New York City
Kreyòl ayisyen: Nouyòk
magyar: New York
Հայերեն: Նյու Յորք
interlingua: New York (citate)
Bahasa Indonesia: Kota New York
Interlingue: New York
ГӀалгӀай: Нью-Йорк
íslenska: New York-borg
italiano: New York
la .lojban.: niu,IORK. zei tcadu
Basa Jawa: New York
ქართული: ნიუ-იორკი
Qaraqalpaqsha: Nyu York
Taqbaylit: New York
Адыгэбзэ: Нью-Йорк
Kabɩyɛ: Niyuu Yɔrɩkɩ
Gĩkũyũ: New York City
қазақша: Нью-Йорк
ភាសាខ្មែរ: ទីក្រុងញូវយ៉ក
한국어: 뉴욕
къарачай-малкъар: Нью-Йорк
kernowek: Evrek Nowydh
Кыргызча: Нью-Йорк
Lëtzebuergesch: New York City
лезги: Нью-Йорк
Limburgs: New York City
Ligure: Neuva York
lumbaart: New York
lingála: New York
lietuvių: Niujorkas
latviešu: Ņujorka
Basa Banyumasan: New York
Malagasy: New York
олык марий: Нью-Йорк
македонски: Њујорк (град)
кырык мары: Нью-Йорк
Bahasa Melayu: Bandar Raya New York
Mirandés: Nuoba Iorque
မြန်မာဘာသာ: နယူးယောက်မြို့
эрзянь: Нью-Йорк ош
مازِرونی: نیویورک
Dorerin Naoero: New York
Napulitano: Nova York
Plattdüütsch: New York
Nedersaksies: Niej-York
नेपाल भाषा: न्यु यर्क नगर
Nederlands: New York (stad)
norsk nynorsk: New York by
norsk: New York
Novial: Novi York
Nouormand: Nouvieau York
Sesotho sa Leboa: New York City
Chi-Chewa: New York City
occitan: Nòva York
Livvinkarjala: New York
Ирон: Нью-Йорк
Kapampangan: New York Lakanbalen
Papiamentu: New York City
Pälzisch: New York City
Norfuk / Pitkern: Nyuu York
polski: Nowy Jork
Piemontèis: New York
Runa Simi: New York
rumantsch: New York
armãneashti: New York
tarandíne: Nuève York
русский: Нью-Йорк
русиньскый: Ню Йорк (місто)
संस्कृतम्: न्‍यू यॉर्क्
саха тыла: Нью Йорк
sicilianu: Nova York
srpskohrvatski / српскохрватски: New York
Simple English: New York City
slovenčina: New York (mesto)
slovenščina: New York
Gagana Samoa: Niu Ioka
Soomaaliga: New York
српски / srpski: Њујорк
Sranantongo: New York City
Seeltersk: New York
svenska: New York
Kiswahili: New York
ślůnski: Nowy Jork
తెలుగు: న్యూయార్క్
тоҷикӣ: Ню-Йорк
Türkmençe: Nýu-Ýork şäheri
Tok Pisin: Niu Yok Siti
Türkçe: New York
татарча/tatarça: Нью-Йорк
reo tahiti: New York
удмурт: Нью-Йорк
ئۇيغۇرچە / Uyghurche: Nyu York Shehiri
українська: Нью-Йорк
oʻzbekcha/ўзбекча: New York (shahar)
vèneto: New York
vepsän kel’: Nju Jork
Tiếng Việt: Thành phố New York
Volapük: New York (zif)
吴语: 纽约市
მარგალური: ნიუ-იორკი
Yorùbá: New York
Vahcuengh: Niujyoz
Zeêuws: New York City
中文: 纽约
文言: 紐約市
Bân-lâm-gú: New York Chhī
粵語: 紐約