Mercedes-AMG Motorsport

Alemanha Mercedes
Logo da Mercedes-AMG Petronas Motorsport.png
Nome completoMercedes-AMG Petronas Motorsport
SedeBrackley, Inglaterra
Stuttgart, Alemanha
Chefe de equipeNiki Lauda
(presidente não-executivo)
Toto Wolff
(diretor executivo e chefe de equipe)
Andy Cowell
(DE, Powertrains)
DiretoresJames Allison
(diretor técnico)
Mark Ellis
(diretor de performance)
Mike Elliott
(diretor de tecnologia)
Site oficialwww.mercedesamgf1.com
Nome anteriorBrawn GP
Temporada de Fórmula 1 de 2018
Pilotos44. Reino Unido Lewis Hamilton
77. Finlândia Valtteri Bottas
Pilotos de testeReino Unido George Russell
Alemanha Pascal Wehrlein
ChassisF1 W09 EQ Power+[1]
MotorMercedes
PneusPirelli
CombustívelPetronas Primax
Histórico na Fórmula 1
EstreiaGP da França de 1954
Último GPGP de Abu Dhabi de 2018
Grandes Prêmios189[2]
Campeã de construtores5 (2014, 2015, 2016, 2017, 2018)
Campeã de pilotos7 (1954, 1955, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018)
Vitórias87[2]
Pole Position101[2]
Voltas rápidas66[2]
Pontos4 373[2]
Posição no último campeonato
(2018)
1º (655 pontos)

A Mercedes-AMG Petronas Motorsport, é uma equipe alemã de automobilismo com sede em Brackley, Northamptonshire. A Mercedes-Benz competiu no Campeonato Europeu pré-Segunda Guerra Mundial vencendo três títulos e estreou na Fórmula 1 em 1954, após vencer sua corrida de estreia, no GP da França de 1954, o piloto Juan Manuel Fangio ganhou mais três Grandes Prêmios e conquistou o Campeonato de Pilotos de 1954 e repetiu esse sucesso na temporada de 1955. A equipe também é conhecida pelo apelido "Flechas de Prata".

No entanto, apesar de ter vencido dois Campeonatos de Pilotos (o Campeonato de Construtores não era disputado na época), a Mercedes-Benz se retirou do automobilismo devido a tragédia ocorrida nas 24 Horas de Le Mans em 1955, e não retornou à Fórmula 1 até 1994, quando se uniu como fornecedor de motores em parceria com a Ilmor, uma empresa britânica independente de engenharia automobilística de alto desempenho, posteriormente a Mercedes adquiriu 25% da Ilmor no decorrer daquele ano. A montadora alemã retornou para a categoria como equipe própria somente na temporada de 2010, quando após quinze anos de parceria com a McLaren, a Mercedes (através da Daimler), em parceria com a Aabar Investments, chegou a um acordo, em novembro de 2009, para adquirir uma participação de 75,1% (Daimler: 45,1%; Aabar: 30%) da então Brawn GP,[3] que acabara de conquistar o mundial de construtores e piloto em 2009, sua única temporada.[4] Atualmente, a Daimler detém 60% das ações da equipe, com seu diretor esportivo e chefe de equipe, Toto Wolff, controlando 30% e o presidente não-executivo, Niki Lauda, os demais 10%.[5][6]

A Mercedes se tornou uma das equipes mais bem sucedidas da história da Fórmula 1, tendo conquistado consecutivos campeonatos de pilotos e construtores entre 2014 e 2018. Em 2014, a Mercedes conseguiu onze dobradinhas batendo o recorde de dez da McLaren em 1988, no ano seguinte, conquistou os dois primeiros lugares no pódio em doze corridas. A Mercedes também acumulou dezesseis vitórias nas temporadas de 2014 e de 2015, quebrando os recordes da McLaren (1988) e da Ferrari (2002, 2004) com quinze. Em 2016, eles aumentaram esse recorde para dezenove vitórias. Além de sua equipe de fábrica, a Mercedes atualmente fornece motores para a Racing Point Force India e a Williams. Como fornecedora de motores, a fabricante conquistou mais de 160 vitórias e está classificada em quarto lugar na história da Fórmula 1. Seis Campeonatos de Construtores e dez de Pilotos foram ganhos com motores Mercedes-Benz.

História

Brawn GP

Ver artigo principal: Brawn GP

Em 2008 com a Crise Econômica Mundial a escuderia japonesa Honda deixou a Fórmula 1, consequentemente, Ross Brawn assumiu a equipe no sistema "management buy-out", criando então a Brawn GP. Os pilotos para a temporada 2009 foram os mesmos da antiga equipe, Rubens Barrichello e Jenson Button.

Durante a temporada de 2009, a Brawn conquistou os títulos de pilotos (Jenson Button) e construtores da Fórmula 1, utilizando os motores Mercedes. Fato que chamou a atenção da montadora.

Mercedes GP

Em 16 de novembro de 2009, a montadora alemã Mercedes-Benz anunciou a venda da sua parte da equipe McLaren e a compra da Brawn GP, passando a se chamar Mercedes GP a partir de 2010.[7] Apesar da venda das ações que detinha da McLaren, a Mercedes vai continuar fornecendo motores para a escuderia por mais seis anos.[8]

Em 23 de novembro de 2009 a equipe anunciou a contratação do piloto alemão Nico Rosberg, para a temporada de 2010.[9] Em 23 de dezembro de 2009, o heptacampeão Michael Schumacher foi oficialmente anunciado como piloto da construtora chefiada por Ross Brawn. Schumacher havia anunciado sua aposentadoria ao final da temporada 2006. Seu retorno, ao lado do conterrâneo Nico Rosberg, é visto com grandes expectativas pela comunidade automobilística.

Após duas temporadas de resultados medianos, a Mercedes conquistou a pole position[10] e logo em seguida a vitória no Grande Prêmio da China de 2012 que foi conquistado por Nico Rosberg, que foi as primeiras da equipe desde do Grande Prêmio da Itália de 1955 com Juan Manuel Fangio.

Em 2014, dominou a primeira temporada da era dos motores híbridos, ganhando um recorde de 16 de 19 corridas e conquistaram o primeiro título de construtores (o Campeonato de Construtores foi concedido desde 1958) e de pilotos com Lewis Hamilton desde 1955 com Juan Manuel Fangio.

Em 2015, Hamilton levou a Mercedes a um segundo campeonato consecutivo, a equipe mais uma vez venceu em 16 das 19 rodadas do ano, desta vez batendo seu próprio recorde de 2014.

Em 2016, a supremacia das equipes atinge novas alturas, já que eles ganham 19 de 21 rodadas e levou ao terceiro título, ambos seguidos. Desta vez, no entanto, é Nico Rosberg que se consagrou como campeão de pilotos depois de um luta titânica com Hamilton ao longo da temporada, já que ambos disputaram do campeonato em 2014 a 2016, uma disputa era caseira na Mercedes (Hamilton X Rosberg). Logo depois de conquistar o título, Nico Rosberg anunciou sua aposentadoria imediata das corridas da Fórmula 1.

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