Mark I (tanque de guerra)

Mark I
British Mark I male tank Somme 25 September 1916.jpg
Imagem tirada durante a I Guerra do tanque Mark I.
Tipo Carro de combate pesado
Local de origem   Reino Unido
História operacional
Em serviço 1916 até 1931
Utilizadores Reino Unido Reino Unido
Flag of the German Empire.svg Império Alemão
  Estados Unidos
Canadá Canadá
França França
Austrália Austrália
  União Soviética
Guerras Primeira Guerra Mundial e Guerra Civil Russa
Histórico de produção
Criador William Tritton, Major Walter Gordon Wilson
Quantidade
produzida
150
Especificações
Peso 28 000  kg (61 700  lb), male.
Comprimento 9,94  m (33  ft), com cauda.
Largura 4,33  m (14  ft), [male].
Altura 2,44  m (8,0  ft)
Tripulação 8
Blindagem do veículo mm (0,24  in) a 12  mm (0,47  in)
Armamento
primário
Lado esquerdo com dois canhões QF de seis tiros, lado direito com quatro metralhadora Vickers .303 mm.
Armamento
secundário
Lado esquerdo com quatro metralhadoras .303 mm rotatórias, lado direito com duas metralhadoras .303 mm rotatórias.
Motor Um motor a gasolina Foster-Daimler
105  hp (78,3  kW)
Alcance
Operacional
6.2 horas de busca
Velocidade 6,4  km/h (3,98  mph)
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Os tanques Mark I a Mark V, fazem parte de uma família de veículos que, a partir do final da Primeira Guerra Mundial viria a revolucionar a guerra, e em determinadas condições ter influência decisiva nas batalhas terrestres.

A utilização dos Mark I, ainda bastante rudimentares, representou uma reviravolta nas técnicas de guerra. Passou-se da estagnação das trincheiras — das quais era demasiado perigoso sair — para os ataques permanentes, com os militares protegidos no interior dos tanques [1].

Antecedência

Em 1914, quando a Primeira Guerra Mundial teve seu inicio, ela rapidamente evoluiu de uma guerra de movimento para um confronto estacionário, baseados em extensas linhas de fortificações, praticamente impermeáveis ao avanço da infantaria.

As tácticas utilizadas, correspondiam às utilizadas durante as guerras napoleônicas, com uma preparação de artilharia destinada a destruir as linhas inimigas, e depois com um avanço da infantaria para aproveitar a desorganização gerada pelo bombardeamento. No entanto, na guerra de 1914– 1918, essa táctica falhou quando os desenvolvimentos das armas modernas e dos materiais de construção tornaram aquelas táticas obsoletas.

Muitas das construções defensivas alemãs utilizaram o concreto armado para reforçar os abrigos contra a preparação de artilharia, e as novas armas, especialmente a metralhadora, colocadas em ninhos estratégicamente posicionados, permitiam resistir ao bombardeamento de artilharia e, posteriormente, ceifar o avanço da infantaria inimiga com facilidade. Criou-se assim um impasse. Os blindados existentes na época baseavam-se em veículos sobre rodas, os quais não tinham possibilidade de atravessar os enlameados terrenos do norte de França e muito menos as trincheiras.

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