José Ferrater Mora

José Ferrater Mora (em catalão, Josep Ferrater Mora; Barcelona, 30 de outubro de 191230 de janeiro de 1991) é considerado o mais importante filósofo catalão desde Raimundo Lúlio e o pensador espanhol mais original da segunda metade do século XX.[1]

Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Barcelona. A partir de 1939, exerceu a docência em várias universidades da França, Cuba, Chile e Estados Unidos, país em que se estabeleceu em 1947 fugindo do regime franquista.

Na América, foi professor no Bryn Mawr College de 1949 até aposentar-se em 1981. Desde então, foi professor visitante em várias universidades americanas e europeias, recebendo o título de doutor honoris causa por várias delas.

História

José Ferrater Mora iniciou seus estudos em sua cidade natal, depois mudou-se, sucessivamente, para Cuba[2] (1931-1934), Chile (1941-1947), e estabeleceu-se nos Estados Unidos.

José Ferrater foi professor de filosofia na Universidade do Chile e, a partir de 1949, no Bryn Mawr College (Pensilvânia, Estados Unidos). Dirigiu simultâneamente cursos em muitas universidades da Europa (em especial na Espanha e França) e em algumas universidades da América.

Membro do Instituto Internacional de Filosofia desde 1962, organismo este, que reúne um número restrito de membros, nunca superior a cem. Todos são recrutados pelo instituto—recrutar, de todos os países do mundo. Ferrater Mora tornou-se internacionalmente conhecido pelo seu monumental Dicionário de Filosofia (Diccionario de Filosofía. México, Atlante, 1941), obra que fora pacientemente construindo, elaborando e refundindo. Seu Dicionário vem sendo ampliando desde a sua primeira edição (1941) até aos dias atuais.

O Dicionário em sua última edição, está disposto em dois grandes volumes. Tal trabalho constitui uma obra sem paralelo no género. Atualmente o Dicionário contempla a vasta gama de informações Filosóficas, consagrando assim tamanha destreza e o amplo conhecimento que Ferrater Mora possui sobre toda a história da filosofia e sobre todas as disciplinas filosóficas - não limitando-se a um campo ou gênero específico, mas sim, contemplando também informações científicas e humanísticas, com uma impressionante capacidade de síntese.

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