Johann Joachim Quantz

Johann Joachim Quantz
Nome nativoJohann Joachim Quantz
Nascimento30 de janeiro de 1697
Scheden
Morte12 de julho de 1773 (76 anos)
Potsdam
CidadaniaAlemanha
Ocupaçãocompositor, musicólogo, teórico musical, flautista
Movimento estéticomúsica barroca

Johann Joachim Quantz (Scheden, 30 de janeiro de 1697Potsdam, 12 de julho de 1773), foi um compositor e flautista alemão, e professor de flauta do rei Frederico II da Prússia.

Biografia

Começou a demonstrar seu talento musical muito cedo. Aos 8 anos de idade já era contrabaixista em festivais locais. Em 1708, quando da morte de seu pai, foi viver na casa de seu tio Justus Quantz, membro da orquestra da cidade de Merseburg, com quem começou seus estudos musicias. Quando seu tio morreu, o genro de seu tio, Johann Adolf Fleischhack recebeu Quantz como aluno. Ao terminar seus estudos já sabia tocar os principais instrumentos de corda e todos os de sopro mais usuais, com exceção da flauta transversal.

Em março de 1716, ingressou na orquestra municipal de Dresden, e um ano depois muda-se para Viena, onde estuda composição com Jan Dismas Zelenka e Johann Joseph Fux. Em 1718 foi nomeado oboísta na capela polonesa de Augusto II em Varsóvia. Especializou-se no estudo da flauta transversal sob a direção de Pierre Buffardin.

Estudou contraponto em Roma com Francesco Gasparini e durante suas viagens pela Europa conheceu pessoalmente Domenico Scarlatti e Georg Friederich Haendel.

Em 1728, tornou-se flautista na capela de Dresden. Lá, durante um concerto, conhece o príncipe Frederico da Prússia, mais tarde conhecido como Frederico, o Grande, que se torna seu aluno particular de flauta.

Quando o príncipe chega a ser proclamado rei, Quantz passa às ordens diretas do novo monarca e passa a ministrar aulas diárias de flauta e composição. Inclusive, acompanha-o em suas campanhas militares. Quantz permaneceu como compositor da corte e músico de câmara de Frederico II para o resto de sua vida, intepretando suas próprias composições, assim como as do rei. Somente ele tinha o privilégio de criticar o rei, em sentido positivo ou negativo.

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