InGen

InGen Technologies
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Dados sobre publicação
Primeira ApariçãoJurassic Park
Última ApariçãoJurassic World
Criado porMichael Crichton
Estatísticas
Ramo de AtividadeEngenharia Genética
ObjetivoClonar dinossauros para exibição em um parque temático
SedePalo Alto,  Estados Unidos
MembrosJohn Hammond (1923-1997)
Peter Ludlown (1966-1997)
Nash(1971-2001)
Cooper(1970-2001)
Udesky(1950-2001)


A InGen[nota 1] (uma sigla inglesa para International Genetic Technologies, Inc) é uma empresa multinacional estadunidense de bioengenharia e biotecnologia fictícia da série de filmes e livros Jurassic Park.

É a empresa responsável pela pesquisa que criou os dinossauros do Sítio A (Ilha Nublar) e do Sítio B (Ilha Sorna). Ambas as ilhas (um pequeno arquipelágo no caso do Sítio B) foram "alugadas" do governo costa-riquenho. As pesquisas para a criação dos dinossauros, duraram, conforme revelado por Dennis Nedry, em torno de cinco anos.

Conforme demonstrado em um arco em The Lost World: Jurassic Park, o slogan da InGen parece ser We Make Your Future (Nós fazemos o seu futuro). Sua sede fica em Palo Alto, Califórnia.

No decorrer da leitura, o leitor notará que o foco está nas atividades e projetos desenvolvidos pela InGen, e não especificamente a "InGen" propriamente dita, visto que informações sobre esta empresa são escassas, mas suas atividades e projetos são largamente explorados no contexto dos dois livros da série, Jurassic Park e The Lost World.

(Criação)

Entre setembro de 1983 e novembro de 1985, John Alfred Hammond, funda a InGen Technologies.

Hammond é um magnata na época com quase setenta anos, dono da Fundação Hammond, uma instituição respeitada que cede bolsas de estudos. Sua história se confunde com a da InGen que, juntamente com um advogado Donnald Gennaro conseguiram US$ 870.000.000,00 (oitocentos e setenta milhões de dólares) em capital de risco para financiar a fundação da InGen, e uma pesquisa altamente secreta: recriar dinossauros através de sofisticados métodos de engenharia genética e clonagem, para exibi-los em um parque temático. É provável que Hammond conseguisse mais investidores se não insistisse no total secretismo e sigilo em torno da pesquisa, e se não dissesse que o capital investido só retornaria depois de cinco anos, o que afugentava muitos possíveis investidores.

No final, Hammond conseguiu a maior parte dos recursos de conglomerados japoneses, tal como a Hamaguri e Densaka (que foram os maiores e mais ativos investidores da InGen). Segundo Gennaro, que detém 5% (cinco por cento) das ações da InGen, "os japoneses eram os únicos com paciência suficiente para esperar"…

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