Ibiaçá

Município de Ibiaçá
"Alegria de viver"
Santuário de Ibiaçá

Santuário de Ibiaçá
Bandeira de Ibiaçá
Brasão de Ibiaçá
BandeiraBrasão
Hino
Fundação22 de novembro de 1965 (52 anos)
Gentílicoibiaçáense
Prefeito(a)Claudiomiro Fracasso (PT)
Localização
Localização de Ibiaçá
Localização de Ibiaçá no Rio Grande do Sul
Ibiaçá está localizado em: Brasil
Ibiaçá
Localização de Ibiaçá no Brasil
28° 03' 25" S 51° 51' 18" O28° 03' 25" S 51° 51' 18" O
Unidade federativaRio Grande do Sul
MesorregiãoNoroeste Rio-grandense IBGE/2008 [1]
MicrorregiãoSananduva IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofesSananduva, Lagoa Vermelha, Caseiros, Santa Cecília do Sul e Tapejara.
Distância até a capital345 km
Características geográficas
Área350,870 km² [2]
População4 847 hab. est. IBGE/2016[3]
Densidade13,81 hab./km²
Altitude620 m
Climasubtropical
Fuso horárioUTC−3
Indicadores
IDH-M0,838 muito elevado PNUD/2000 [4]
PIBR$ 92 937,311 mil IBGE/2008[5]
PIB per capitaR$ 19 345,82 IBGE/2008[5]

Ibiaçá é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.

História

As terras que compõe o município, eram propriedade única de Dona Constância Bueno, num total de 440 colônias aproximadamente, que foram adquiridas de Filomeno Pereira Gomes. No início, a pequena vila que hoje forma o município se chamou "Nova Fiume".

Os mais antigos moradores contam que o nome foi dado para recordar um local semelhante a este que existia na Itália, de onde foram originários os ancestrais dos imigrantes, e que pelas características topográficas se parecia muito com a vila que hoje forma o município.

Vila Nova Fiume, passou a ser o 12° Distrito de Lagoa Vermelha e seu nome foi alterado, passando a chamar-se Ibiaçá, que significa Fonte de Água Cristalina (língua indígena).

A colonização do município de Ibiaçá teve início na segunda década do século XX. Em 1921, chegou a Nova Fiúme a família de Valentin Dalzotto, natural de Caxias do Sul que em 1923 montou a 1ª serraria, necessidade da época, para o aproveitamento dos pinheiros, facilitando a construção de novas casas.

Ricieri Bertolin organizou a 1ª casa de negócios, perto da esquina da Rua do Comércio, com a rua 15 de maio. José Pansera montou ao 1° hotel e a primeira ferraria em Nova Fiúme. Reinaldo Ragnini instalou o 1° moinho. As coisas necessárias foram sendo construídas.

Para ligar Nova Fiúme com Sede Teixeira, atual município de Tapejara, foi feito um acordo: Os Novafiumenses abriram estradas até as margens do rio Apuaê (Rio Ligeiro localizado em Sananduva) e daí até Sede Teixeira foi aberta uma estrada pelos moradores daquela localidade.

A colônia de Nova Fiúme aumentava aos poucos, mas perversamente, já começavam a ser latentes certos problemas cívico-religiosos em Sananduva, a certa distância e com meios de transportes da época, não podia atender satisfatoriamente a Capela de Nova Fiúme, por meio de seu vigário. A projeção religiosa tem muita interferência no desenvolvimento e no espírito sócio-religioso do povo de Ibiaçá, dando origem ao maior patrimônio espiritual da região - Santuário de Nossa Senhora Consoladora, para onde deslocam-se milhares de pessoas por ocasião das já tradicionais romarias realizadas anualmente no último domingo de fevereiro de todo o ano.

Ibiaçá hoje é um município desenvolvido e ótimo de se morar. Seu povo é hospitaleiro e respeita sua pátria.

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