FN FAL

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FAL
FN-FAL belgian.jpeg
Um FN FAL padrão feito pela FN
TipoFuzil de batalha
Local de origem Bélgica
História operacional
Em serviço1954–presente
Histórico de produção
CriadorDieudonné Saive
Ernest Vervier
Data de criação1947-1953
Fabricante
Período de
produção
1953-presente
VariantesFAL 50.41 (FALO/FAP), FAL 50.42 (FALO), FAL 50.61, FAL 50.63 E FAL 50.64
Especificações
Peso4,93 kg (FAL)
6 kg (FALO/FAP)
Comprimento1,10 m
Comprimento 533 mm (21.0 in)

O FN FAL (em francês: Fusil Automatique Léger, em Português: Fuzil Automático Leve), é um fuzil de combate criado pelos Dieudonné Saive e Ernest Vervier e fabricado pela Fabrique Nationale d'Herstal (FN Herstal).

Durante a Guerra Fria o FAL foi adotado por vários países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), com a exceção notável dos Estados Unidos. É um dos fuzis mais utilizados na história, tendo sido usado por mais de 90 países.[2] Porque sua prevalência e uso generalizado entre as forças armadas de muitos países da OTAN e primeiro mundo durante a Guerra Fria foi apelidado de "O braço direito do Mundo Livre".[3]

Esteve predominantemente na câmara para o 7.62×51mm NATO (apesar de ser originalmente projetado para o cartucho intermediário .280 British). Um derivado da Commonwealth britânica do FN FAL foi produzido sob licença como L1A1 Self-Loading Rifle.

Histórico

O KADU FN FAL (Fuzil Automático Leve) (7,62mm [popularmente conhecido no Brasil como "sete meia dois"]) é um dos desenhos de fuzil militar mais famosos e usados no mundo, Desenvolvido pela empresa belga Fabrique Nationale, é fabricado em pelo menos dez países, incluindo o Brasil. Seus dias de serviço estão no fim, mas ainda é amplamente utilizado em muitas partes do mundo, principalmente no Brasil. A história do FAL começou perto de 1946, quando a FN começou a desenvolver um novo fuzil de assalto. Usando o cartucho intermediário alemão 7,92X33mm, o projeto foi liderado pela equipe de Dieudonne Saive, que ao mesmo tempo trabalhou no fuzil SAFN-49. Portanto não surpreende que ambos sejam mecanicamente bem semelhantes. Em finais de 1940 os engenheiros belgas foram a Inglaterra e passaram usar o cartucho britânico .280 (7,43×43mm) que também é um cartucho intermediário, mas de desenvolvimento melhor e o seu impacto pode mutilar partes do corpo.

Em 1950 os engenheiros belgas e ingleses criaram um protótipo em formato bullpup, o EM-2. Esses fuzis foram testados pelo exército americano, esses protótipos impressionaram muito os americanos, mas a idéia de se usar um cartucho intermediário não era muito bem compreendida pelos americanos, que ainda usavam fuzis semi-automáticos, os M1 Garand em calibre .30-06 Springfield e .308 Winchester e insistiram para que a OTAN padronizasse o cartucho de alta potencia T65/ 7,62x51mm similar ao .308 em 1953-1954. A FN modificou o FAL por causa dessa padronização, os primeiros FAL’s 7,62 estavam prontos na Bélgica em 1953, mas a Bélgica não foi o primeiro pais a aprovar o FAL como fuzil padrão o país que provavelmente aprovou-o foi o Canadá, com ligeiras modificações sobre o nome C1. Em 1955 os canadenses começaram a produzir os fuzis C1 e C2, esse último uma versão com cano pesado, conhecido no Brasil, como FAP, em 1957 o exercito inglês seguiu o exemplo canadense e adotou o FAL com o nome L1A1, que eram fornecidos normalmente com miras ópticas de 4x. Em seguida foi a Áustria sobre o nome Stg.58 fabricado pela Steyr. O FAL foi adotado pelo exercito brasileiro em 1964.

Varias versões do FAL também foram aprovadas na Turquia, Austrália, Israel, África do Sul, Alemanha ocidental e vários outros países. O sucesso do FAL poderia ser maior ainda se a FN tivesse vendido os direitos de produção do FAL para a Alemanha ocidental, onde era conhecido como G-1, mas a FN rejeitou o pedido, por isso a Alemanha que comprou os direitos do CETME espanhol, com algumas modificações a Heckler & Koch criou o HK G3, o mais notável rival do FAL.

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