Elefante-da-savana

Como ler uma infocaixa de taxonomiaLoxodonta africana
Uma fêmea de elefante da savana L. africana na Tanzânia.
Uma fêmea de elefante da savana L. africana na Tanzânia.
Um macho de elefante da savana L. africana no Parque Nacional Kruger, África do Sul.
Um macho de elefante da savana L. africana no Parque Nacional Kruger, África do Sul.
Estado de conservação
Espécie vulnerável
Vulnerável (IUCN 3.1)
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Mammalia
Ordem:Proboscidea
Família:Elephantidae
Género:Loxodonta
Espécie:Loxodonta africana
Nome binomial
Loxodonta africana
(Blumenbach, 1797)
Distribuição geográfica
Distribuição do Gênero Loxodonta (2007)
Distribuição do Gênero Loxodonta (2007)

O elefante-da-savana (Loxodonta africana) também conhecido como elefante africano da savana, é a maior das duas espécies existentes de elefantes africano e o maior animal terrestre vivo. Anteriormente tanto o elefante da savana quanto o elefante africano da floresta foram considerados como uma única espécie, com ambos sendo chamados de elefante africano, mais recentemente o elefante da floresta foi classificado como uma espécie separada o L. cyclotis.[1]

O elefante da savana é muito maior em altura e peso que o elefante da floresta, com este último tendo orelhas mais redondas e uma tromba mais peluda que o elefante da savana. A espécie possuí poucos ou quase nenhum predador natural além do ser humano. Embora seja a mais numerosa das três espécies de elefantes existentes, a sua população continua a diminuir devido à caça ilegal de marfim e a destruição de seu habitat. Os elefantes da savana fêmeas tendem a ser sociáveis, vivendo em grupos matriarcais liderados pela fêmea mais velha, os machos adultos por outro lado são geralmente solitários.[2]

Taxonomia

O elefante da savana e o elefante da floresta já foram considerados uma única espécie, mas estudos genéticos recentes revelaram que ele são espécies distintas tendo se separado entre 2 e 7 milhões de anos atrás.[3]

diferenças entre as espécies

Crânio de elefante africano (à esquerda) e um de elefante da floresta (à direita).

Um estudos genético detalhado feito em 2010 confirmou que o elefante da floresta e o da savana são espécies separadas. Ao sequenciar o DNA de 375 genes nucleares, os cientistas determinaram que as duas espécies se divergiram ao mesmo tempo que o elefante asiático e o mamute lanoso, e são tão distintos entre si quanto essas duas espécies são uma da outra. Em dezembro de 2010, as organizações de conservação como a UICN e o programa ambiental das nações unidas não tinham distinguido as espécies de elefantes africanos para fins de avaliar o seu estado de conservação, em março do mesmo ano a UICN tinha avaliado os elefantes africanos como um todo como espécies vulneráveis.[4]

Outra espécie ou subespécie possível que existiu no passado; embora formalmente descrita, não tem sido amplamente reconhecida pela comunidade científica. O elefante norte africano (L. a. Pharaohensis), também conhecido como elefante do atlas foi muito popular por ter sido utilizado como elefante de guerra por Cartago em muitas de suas batalhas em Roma.[5]

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