Colonização

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Impérios coloniais do ocidente, de 1492 até 2008.

Ao longo da história, a formação de colónias foi a forma como a espécie humana se espalhou pelo mundo.

Na pré-história, a colonização de territórios não era geralmente acompanhada pelo uso da força, a não ser para lutar contra eventuais animais que os ocupassem.

Em tempos mais recentes, no entanto, o crescimento populacional e económico em vários países da Europa e da Ásia (os Mongóis e os japoneses) levou a um novo tipo de colonização, que passou a ter o carácter de dominação (e, por vezes, extermínio) de povos que ocupavam territórios longínquos e dos seus recursos naturais, criando grandes impérios coloniais. Um dos aspectos mais importantes desta colonização foi a escravatura, com a "exportação" de uma grande parte da população africana para as Américas, com consequências nefastas, tanto para o Continente Negro, como para os descendentes dos escravos, que perduram até hoje.

No século XIII, os reis mongóis sucessores de Genghis Khan construíram o maior império colonial de sempre, abrangendo quase toda a Ásia e parte da Europa de leste. Nos finais do século XIX, os japoneses começaram a expandir-se e, na altura da Segunda Guerra Mundial, dominavam a Coreia, grande parte da China, a Indochina, as Filipinas e a então colónia das Índias Orientais Holandesas (atual Indonésia).

O colonialismo europeu foi o que abrangeu a maior parte do mundo, fora daquele continente, tendo sido ocupadas completamente as Américas e a Austrália até ao século XVII e a maior parte de África até ao início do século XIX. Em 1885, as diferentes regiões – actuais países - de África foi distribuída pelas potências coloniais europeias, na Conferência de Berlim.

Ecologia da colonização humana

Muitas espécies de plantas úteis são trazidas pelos colonizadores para serem cultivadas nas frentes de colonização. Quando os sítios são abandonados ou quando os colonizadores morrem, gerando as taperas, as plantas podem sobreviver por longo tempo, ocasionando frequentemente invasões vegetais nos ecossistemas no entorno. O estudo dessas plantas pelos ecólogos pode informar aos arqueólogos e historiadores as origens prováveis das infestações, possibilitando o encontro dos sítios arqueológicos. Dessa forma a Etnobotânica e a Ecologia são ferramentas auxiliares da Arqueologia e da História.[1] [2]

Ondas de colonização em frentes com alta densidade de colonizadores podem ter tido grande sucesso ao explorar, como nas América, ecossistemas muito favoráveis a eles, habitados por manadas de mamíferos de grande porte até então desconhecidos, possibilitando caça abundante e segurança alimentar.[3]

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