Caso Watergate

Under construction icon-yellow.svg
Este artigo carece de caixa informativa ou a usada não é a mais adequada.
Question book-4.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade(desde dezembro de 2009). Por favor, mais referências inserindo-as no texto. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Richard Nixon deixa a Casa Branca em consequência do Caso Watergate.
A carta de renúncia de Nixon

O caso Watergate foi o escândalo político ocorrido na década de 1970 nos Estados Unidos que, ao vir à tona, acabou por culminar com a renúncia do presidente Richard Nixon eleito pelo Partido Republicano. "Watergate" de certo modo tornou-se um caso paradigmático de corrupção.

O caso

Em 18 de Junho de 1972, o jornal Washington Post noticiava na primeira página o assalto do dia anterior à sede do Comitê Nacional Democrata, no Complexo Watergate, na capital dos Estados Unidos. [1] Durante a campanha eleitoral, cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do Partido Democrata.

Bob Woodward e Carl Bernstein, dois repórteres do Washington Post, começaram a investigar o então já chamado caso Watergate. Durante muitos meses, os dois repórteres estabeleceram as ligações entre a Casa Branca e o assalto ao edifício de Watergate. Eles foram informados por uma pessoa conhecida apenas por Garganta profunda (Deep Throat) que revelou que o presidente sabia das operações ilegais.

Richard Nixon foi eleito presidente em 1968, sucedendo a Lyndon Johnson, tornando-se o terceiro presidente dos Estados Unidos a ter de lidar com a Guerra do Vietnã. Nixon voltou a candidatar-se em 1972, tendo como opositor o senador democrata George McGovern, e obteve uma vitória esmagadora, ganhando em 49 dos 50 estados. McGovern venceu apenas em Massachusetts, além do Distrito de Columbia.

Foi durante essa campanha de 1972 que se verificou o incidente na sede do Comitê Nacional Democrático. Durante a investigação oficial que se seguiu, foram apreendidas fitas gravadas que demonstravam que o presidente tinha conhecimento das operações ilegais contra a oposição, porém haviam sido editadas, com trechos removidos. Seu advogado argumentou que o presidente tinha prerrogativas de cargo e não estaria obrigado a apresentar informações confidenciais. Em 24 de Julho de 1974, Nixon foi julgado pela Suprema Corte dos Estados Unidos e obrigado, por veredicto unânime, a apresentar as gravações originais, que comprovariam de forma inequívoca, o seu envolvimento na ação criminosa contra a sede do Comitê Nacional Democrata e consequentemente a abertura de um processo de impeachment. [2] Dezesseis dias depois, em 9 de Agosto, Nixon renunciou à presidência. Foi substituído pelo vice Gerald Ford, que assinou uma anistia, retirando-lhe as devidas responsabilidades legais perante qualquer infração que tivesse cometido.

Por muitos anos a identidade de "Garganta Profunda" foi desconhecida, até que em 31 de Maio de 2005 o ex-vice-presidente do FBI, W. Mark Felt, revelou que era o Garganta. Bob Woodward e Carl Bernstein confirmaram o fato.

En otros idiomas
azərbaycanca: Uotergeyt qalmaqalı
български: Уотъргейт
bosanski: Watergate
čeština: Aféra Watergate
euskara: Watergate
galego: Watergate
hrvatski: Afera Watergate
interlingua: Watergate
Bahasa Indonesia: Skandal Watergate
Basa Jawa: Gendra Watergate
Lëtzebuergesch: Watergate-Affär
Bahasa Melayu: Skandal Watergate
Plattdüütsch: Watergate-Schandaal
Nederlands: Watergateschandaal
norsk nynorsk: Watergate-skandalen
srpskohrvatski / српскохрватски: Watergate
Simple English: Watergate scandal
slovenčina: Aféra Watergate
slovenščina: Afera Watergate
српски / srpski: Афера Вотергејт
oʻzbekcha/ўзбекча: Uotergeyt ishi
Tiếng Việt: Vụ Watergate
中文: 水门事件
粵語: 水門事件