Córdova (Espanha)

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Espanha Córdova

Córdoba

 
  Município  
Vista da Ponte Romana e da Mesquita-catedral
Vista da Ponte Romana e da Mesquita-catedral
Bandeira de Córdova
Bandeira
Brasão de armas de Córdova
Brasão de armas
Córdova está localizado em: Espanha
Córdova
Localização de Córdova na Espanha
Coordenadas37° 53' N 4° 46' O
Comunidade autónomaAndaluzia
ProvínciaCórdova
FundaçãoSéculo VIII a.C. (núcleo pré-romano)
- AlcaideIsabel Ambrosio (PSOE)
Área
- Total1 255,24 km²
Altitude120 m
População (2016) [1]
 - Total326 609
    • Densidade260,2 hab./km²
Gentílicocordovês(a), cordobés/sa, cordobense, cortubí, patriciense
Código postal14001 - 14014
OragoSanto Acisclo
Santa Vitória de Córdova/
Virgem da Fuentesanta
Websitewww.cordoba.es
Pix.gifCentro Histórico de Córdova *
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Património Mundial da UNESCO

Spain Andalusia Cordoba BW 2015-10-27 12-11-57.jpg
Ponte Romana e Catedral
PaísFlag of Spain.svg Espanha
TipoCultural
Critériosi, ii, iii, iv
Referência313 en fr es
Região**Europa e América do Norte
Histórico de inscrição
Inscrição1984  (8ª sessão)
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.
** Região, segundo a classificação pela UNESCO.

Córdova[2] (em castelhano: Córdoba) é um município da província homónima, na comunidade autónoma da Andaluzia, na Espanha. O município tem 1 255,24 quilômetros quadrados de área e em 2016 tinha 326 609 habitantes (densidade: 260,2 hab./km²).[1]

História

O povoado que viria a dar origem à cidade de Córdova ganhou importância no ano de 206 a.C., quando foi conquistado pelos romanos. A cidade se tornou, então, a capital da província da Hispânia Ulterior (posteriormente, Hispânia Bética). Moradores famosos da cidade nessa época foram Marco Aneu Sêneca, Séneca e Lucano. Dessa época, subsiste a Ponte Romana, com 16 arcos, que liga a parte central da cidade ao Campo da Verdade, no outro lado do Rio Guadalquivir.

Em 411, durante as invasões bárbaras da península Ibérica, a cidade foi saqueada e ocupada temporariamente pelos vândalos. Durante o domínio visigótico, a cidade procurou manter suas instituições romanas, apelando para o imperador bizantino Justiniano, que ocupou a cidade em 550. Em 572, contudo, o rei visigodo Leovigildo a reconquistou.

Em 716, após a invasão muçulmana da península Ibérica, Córdova se tornou sede de província muçulmana, subordinada ao Califado Omíada. Em 756, Abderramão I a tornou sede do Emirado de Córdova. Em 785, começou a ser construída a Mesquita de Córdova no lugar da antiga basílica cristã de São Vicente Mártir, que havia sido construída no período visigodo. Em 929, Abderramão III tornou, a cidade, sede do Califado de Córdova. Por volta do ano 1000, era uma das cidades mais povoadas do mundo, com 450 000 habitantes, tendo sido uma das primeiras a ter iluminação pública.

Durante o domínio muçulmano, foram construídos vários palácios, entre os quais a Cidade-Palácio de Medina Al-Azhara (Madinat al-Zahr), no ano de 936, que foi destruída e saqueada no século XI, mas que viria a ser restaurada posteriormente. Foi construída, também, a cidade-palácio de Madinat al-Zahira ("Cidade Brilhante", também conhecida como "Cidade de Almançor"), bem como várias mesquitas e outros edifícios públicos, no intuito de tornar Córdova uma cidade semelhante a Constantinopla, Damasco, Cairo e Bagdade. Durante o califado de Aláqueme II, a biblioteca da cidade era a maior do mundo, com mais de 400 000 livros. No século XII viveram na cidade os famosos sábios Maimônides e Averróis. Nesse século, porém, com a subida ao poder dos almóadas, a cidade perdeu sua condição de capital de Al-Andalus para a cidade de Sevilha. Isso significou o início de sua decadência.

Em 1236, a cidade foi conquistada pelas tropas de Fernando III de Leão e Castela. Logo em seguida, a Mesquita de Córdova foi transformada em catedral cristã, sofrendo, a partir de então, várias modificações arquitetônicas. Em 1315, foi construída a sinagoga de Córdova. No século XIV, os governantes cristãos reformaram várias antigas estruturas defensivas da cidade, como a Torre Fortaleza da Calahorra e o Alcácer dos Reis Cristãos. Em 1478, o alcácer (em castelhano: alcázar) se tornou o centro de comando para a conquista de Granada. Após a conquista, em 1492, o alcácer passou a servir como edifício do Tribunal da Santa Inquisição.[3]

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