Cítia

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Localização da Cítia (a laranja no mapa)

A Cítia foi uma região na Eurásia habitada na antiguidade por um grupo de povos iranianos falantes de línguas iranianas conhecidos como citas. A localização e extensão da Cítia varia com o tempo, da região dos Montes Altai onde as fronteiras de Mongólia, China, Rússia e Cazaquistão se encontram à região do baixo Danúbio na Bulgária. Os sacas eram citas asiáticos e eram conhecidos como sai (em chinês: ; em sinítico antigo: *sək) pelos chineses.

Os citas são citados pela primeira vez nos anais assírios como Ishkuzai, onde são registrados como vindos do norte em algum momento por volta de 700 a.C., se estabelecendo na Ascânia e no moderno Azerbaijão até o sudeste do lago Úrmia. Os citas eram possivelmente um ramo dos Gimirru mencionados nos anais assírios aproximadamente na mesma época, da mesma forma que o historiador grego Heródoto de Halicarnasso descreveu os Kimmerioi, ou cimérios, como uma tribo distinta, a população autóctone da costa norte do mar Negro, que foram expulsos pelos citas.[1]

A mais importante tribo cita mencionada nas fontes gregas residia nas estepes entre os rios Dniepre e Don. Não existem textos em cita, mas os nomes pessoais da literatura grega e textos epigráficos sugerem que a língua dos citas e dos sármatas (que falavam um dialeto cita de acordo com Heródoto, Hist. 4.117), tinha forte similaridade com os bem documentados dialetos iranianos orientais como o sogdiano e o moderno osseto. Os povos subalternos nas estepes periféricas também eram referidos como citas, mas isso não significa necessariamente que eles falassem línguas iranianas como os citas verdadeiros. Prisco de Pânio, o emissário bizantino a Átila, se referiu repetidamente aos seguidores de Átila como citas. Alguns dos hunos devem ter tido ancestralidade cita.

Restos arqueológicos de citas incluem elaboradas tumbas contendo ouro, seda, cavalos e sacrifícios humanos. Técnicas de mumificação e camadas de terra congeladas tem ajudado na relativa preservação de alguns restos.

Etimologia

Etimologicamente, em iraniano antigo saka, em grego scythai e em sogdiano sughde (também o mesmo nome para os sogdianos), assim como o nome bíblico em hebraico ashkenaz (a partir do sírio askuzai) parecem derivar de *skuza-, um hipotético termo iraniano para arqueiro, derivado da raiz proto-indo-europeia *skeud-, "atirar, arremessar".

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