Bandeira e escudo de Ceuta

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    esta bandeira proveio da conquista de ceuta por portugal na manhã de 22 de agosto de 1415 e, segundo gomes eanes de azurara, nessa altura, foi pedido a d. joão vasques de almada que a hasteasse.[1]

    esta cidade norte-africana só passou para posse espanhola em 1640, tendo sido administrada por portugueses mesmo durante o domínio filipino (1580-1640).

    o desenho da bandeira, gironado de oito peças de negro e prata, exibe a clara ligação à capital portuguesa e à sua bandeira de lisboa, cidade de onde proveio a armada que conquistou ceuta. note-se que a espanha considera esta sua praça como território metropolitano, sendo esta bandeira, embora originalmente apenas da cidade, equiparada às das outras comunidades autónomas.

    a ligação a portugal é ainda mais intensa no brasão, colocado centralmente na versão "estatal" desta bandeira: trata-se das armas portuguesas, do reino de portugal, de tal como se usavam na época da sua dominação do território (incluindo a coroa real aberta, diferenciadas apenas no uso de torres e não de castelos na bordadura, e na posição destes, em 2+2+2+1 em vez de 3+2+2).

    referências

  • ver também

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EscudoCeuta.svg

Esta bandeira proveio da conquista de Ceuta por Portugal na manhã de 22 de Agosto de 1415 e, segundo Gomes Eanes de Azurara, nessa altura, foi pedido a D. João Vasques de Almada que a hasteasse.[1]

Esta cidade norte-africana só passou para posse espanhola em 1640, tendo sido administrada por portugueses mesmo durante o domínio filipino (1580-1640).

O desenho da bandeira, gironado de oito peças de negro e prata, exibe a clara ligação à capital portuguesa e à sua bandeira de Lisboa, cidade de onde proveio a armada que conquistou Ceuta. Note-se que a Espanha considera esta sua praça como território metropolitano, sendo esta bandeira, embora originalmente apenas da cidade, equiparada às das outras comunidades autónomas.

A ligação a Portugal é ainda mais intensa no brasão, colocado centralmente na versão "estatal" desta bandeira: trata-se das armas portuguesas, do Reino de Portugal, de tal como se usavam na época da sua dominação do território (incluindo a coroa real aberta, diferenciadas apenas no uso de torres e não de castelos na bordadura, e na posição destes, em 2+2+2+1 em vez de 3+2+2).

Referências

  1. Crónica da Conquista de Ceuta, Gomes Eanes de Zurara

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