Agência de Segurança Nacional

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Agência de Segurança Nacional
Sede da NSA em Fort Meade,Maryland,EUA.
Selo da Agência de Segurança Nacional dos EUA.
Visão geral
Nome completoNational Security Agency
SiglaNSA
Fundação4 de novembro de 1952 (66 anos)
TipoServiço de inteligência
SubordinaçãoDepartamento de Defesa dos Estados Unidos
Direção superiorGeneral Paul M. Nakasone
Estrutura operacional
SedeFort Meade
Maryland
 Estados Unidos
Nº de empregadossecreto (estimado em 30.000 a 40.000[1][2])
Websitewww.nsa.gov
Portal da polícia
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Agência de Segurança Nacional (em inglês: National Security Agency - NSA) é a agência de segurança dos Estados Unidos, criada em 4 de novembro de 1952 com funções relacionadas com a Inteligência de sinais (SIGINT), incluindo interceptação e criptoanálise. Também é um dos órgãos estadunidense dedicados a proteger as comunicações americanas. A NSA é parte do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

A NSA durante algum tempo após sua criação era tão secreta que o governo americano negava sua existência. Por isso, recebeu alguns "apelidos": No Such Agency (algo como não há tal agência), Never Say Anything (nunca diga nada, ou nunca diga alguma coisa) ou em português "Ninguém Sabe dessa Agência".[3]

Em 1982, apos vários anos de pesquisas e coleta de informações, o jornalista James Bamford, especialista na história da NSA e no sistema de vigilância americana, publicou o livro The Puzzle Palace[nota 1] no qual revelou ao público e documentou pela primeira vez a existência da Agência de Segurança Nacional (NSA). Até então, as atividades da agência e mesmo a existência da agência eram negadas pelo governo americano.[4]

Escândalo dos programas de vigilância da NSA em 2013

Sede da NSA

Em 5 de junho de 2013 , o jornalista americano Glenn Greenwald, através do The Guardian e juntamente com vários outros jornais incluindo o The New York Times, The Washington Post, Der Spiegel, iniciou a publicação das revelações da vigilância global americana que inclui inúmeros programas de vigilância eletrônica ao redor do mundo, executados pela Agência de Segurança Nacional (NSA). Um dos primeiros programas revelados foi o chamado PRISM. Os programas de vigilância que vieram as claras através dos documentos fornecidos por Edward Joseph Snowden, técnico em redes de computação que nos últimos quatro anos trabalhou em programas da NSA entre cerca de 54 mil funcionários de empresas privadas subcontratadas - como a Booz Allen Hamilton e a Dell Corporation.[5]. Os documentos revelados por Snowden mostram a existência de os inúmeros programas visando a captação de dados, e-mails, ligações telefônicas e qualquer tipo de comunicação entre cidadãos a nível mundial.

Através da publicação desses documentos foi trazida ao conhecimento público a vasta dimensão do sistema de Vigilância global americano .[6][7] A coleta de dados, descrita por Snowden, começou em 1992, durante a administração do presidente George H. W. Bush[8]; embora, a CIA já fizesse espionagem industrial desde os anos 80,[9][10] a NSA massificou a espionagem industrial e financeira com o avanço da tecnologia.[11][12]

Em 2015, novos documentos divulgados citam que a NSA planejava usar lojas de aplicativos (como a Play Store, do sistema Android) para injetar malwares, rastreando os dados trocados entre os servidores e os usuários.[13]

Espionagem do Brasil

No Brasil, o programa de TV Fantástico, exibido pela Rede Globo de Televisão, no dia 8 de Setembro de 2013, baseado em documentos fornecidos por Snowden a Greenwald, revelou que a NSA vem espionando a Petrobrás com fins de beneficiar os americanos nas transações com o Brasil.[14]

Ainda em 2013, em reportagem com a jornalista Sônia Bridi, Grenwald revelou que, além de grandes empresas como a Petrobrás, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi espionada pelo governo americano,[15]

A partir de então, as revelações têm se tornado mais alarmantes a cada dia e têm provocado reação em todos os países do mundo e na comunidade de especialistas em proteção da Internet.[16][17]

Elas vão desde a participação nos programas de vigilância de empresas, como Google, Facebook, Microsoft, à contaminação de computadores no mundo todo e à quebra dos códigos de criptografia da internet, fazendo toda a internet vulnerável a ataques tanto da NSA como de predadores e criminosos.[18][19]

Processo contra o Facebook na União Europeia

O estudante austríaco Max Schrems processou o Facebook em uma ação coletiva por violação da lei de proteção de dados da União Europeia na Áustria, país conhecido por proteger a privacidade dos internautas. As queixas foram apresentadas pela organização Europe versus Facebook (Europa contra o Facebook), fundada por Max Schrems em 2011, contra o Facebook, a Apple, a Microsoft, o Skype e o Yahoo! na Alemanha, na Irlanda e em Luxemburgo, onde estão localizadas as sedes europeias dessas empresas. As companhias foram acusadas de repassar dados de usuários à agência de segurança nacional dos Estados Unidos.[20]

En otros idiomas
беларуская (тарашкевіца)‎: Агенцтва нацыянальнай бясьпекі
brezhoneg: NSA
Ελληνικά: NSA
Bahasa Indonesia: Badan Keamanan Nasional
Lëtzebuergesch: National Security Agency
sicilianu: NSA
srpskohrvatski / српскохрватски: Nacionalna Sigurnosna Agencija
Simple English: National Security Agency
ייִדיש: NSA