Afro-americanos

Afro-americano
Frederick Douglass (2).jpg Michael Jackson 1984.jpg Henry Johnson cropped.jpg
Condoleezza Rice cropped.jpg Martin Luther King Jr NYWTS.jpg Colin Powell official Secretary of State photo.jpg
Malcolm X NYWTS 4.jpg Robert Curbeam cropped.jpg WEB DuBois 1918.jpg
Frederick Douglass • Michael Jackson • Henry Johnson
Condoleezza Rice • M. L. King, Jr. • Colin Powell
Malcolm X • Robert Curbeam • W. E. B. Du Bois
População total

Afro-americano
40,695,277 [1]
12.7% da população total dos EUA (2015)
Negro não-hispânico
38,167,719 [2]
12.7% da população U.S.
Negro hispânico
984,151
0.33% da população U.S.

Regiões com população significativa
Estados Unidos
(predominantemente Sul)
38,662,569 [3] [4]
Libéria
(chamado
Américo-liberianos)
150,000
Línguas
Inglês americano · Inglês vernáculo afro-americano · minorias de Espanhol · Francês · línguas africanas indígenas
Religiões
Cristianismo (maioritariamente Protestantismo ou Catolicismo Romano) · Islamismo · Judaísmo · Budismo · Ateísmo · Religiões afro-americanas · outras
Grupos étnicos relacionados

afro-americanos nativos · Américo-liberiano


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Afro-americano
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Afro-americano, afro-estadunidense ou africano-americano, são designações para os cidadãos dos Estados Unidos descendentes de africanos. Estas designações só começaram a ser utilizadas nos anos 80, quando o movimento da consciência negra passou a adotar uma política de união de toda a diáspora africana.

Outra designação considerada politicamente correta é a da cor negra (em inglês, black). Já o termo nigger era o termo usado antes dos anos 60, com uma conotação pejorativa.

No censo de 2010, quase 40 milhões de americanos declararam ser negros, afro-americanos ou negros hispânicos. [5] [6]

História

A maioria dos afro-americanos são descendentes de escravos que foram trazidos da África para a América do Norte e o Caribe entre 1609 e 1807, durante o tráfico negreiro, a maioria dos quais chegou no século XVIII. A maior parte era oriunda da África Ocidental e da África Central. Uma minoria é de origem recente, sendo imigrantes da África, do Caribe, da América Central e da América do Sul. [7]

O primeiro registro da presença de africanos na América Britânica remete ao ano de 1619, sob a condição de trabalhadores não remunerados em Jamestown (Virgínia). Como muitos colonos ingleses estavam morrendo devido às condições adversas a que eram submetidos, aumentou gradualmente a importação de trabalhadores africanos. Por muitos anos, os africanos ficaram numa posição legalmente similar a dos colonos ingleses pobres, pois muitos colonos ingleses tinham que trabalhar de graça em troca da passagem para a América. [8] Os africanos criavam famílias, casavam-se com outros africanos e às vezes se mesclavam com índios e ingleses. [9] Uma concepção racial da escravidão só se desenvolveu completamente no século XVIII. Por volta de 1775, os africanos perfaziam 20% da população das Treze Colônias, fazendo deles o segundo maior grupo étnico, depois dos ingleses. [10] Por volta de 1860, havia 3,5 milhões de escravos nos Estados Unidos e 500.000 afro-americanos livres. [11] Em 1863, durante a Guerra Civil Americana, o então presidente Abraham Lincoln assinou a Proclamação da Emancipação, que declarava que todos os escravos estariam livres. [12]

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