Acreção (astrofísica)

Em astrofísica, acreção é a acumulação de matéria na superfície de um astro, através da ação da gravidade. A maioria dos objetos astronômicos, como galáxias, estrelas e planetas, é formada por processos de acreção.

A ideia de que a Terra e os planetas terrestres se formaram a partir de material meteórico surgiu no século 19, e foi desenvolvida de forma quantitativa em 1969 por Viktor Safronov, que calculou detalhadamente os diferentes estágios da formação de planetas rochosos.[1][2] Desde então, a teoria tem sido desenvolvida usando simulações numéricas intensivas para estudar a acumulação de planetesimais.

Acreção de galáxias

Ver também: Protogaláxia

Algumas centenas de milhares de anos após o Big Bang, o Universo esfriou ao ponto de possibilitar a formação de átomos. Conforme o Universo continuou a expandir e esfriar, os átomos perderam energia cinética suficiente, e a matéria escura coalesceu suficientemente, para permitir a formação de protogaláxias. Conforme a acreção continuou, galáxias se formaram.[3] Galáxias crescem através de fusões e de acreção suave de gás. Acreção também ocorre dentro de galáxias, levando a formação estelar.

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